O pedido para que se removam os crucifixos nas salas de aula da rede escolar oficial, apresentado à Ministra da Educação no passado dia 30 de Março, a que aludimos anteontem , já deu os primeiros frutos públicos.O inefável seguidor de Trostky, Francisco Louçã, afirmou que a retirada de crucifixos das escolas públicas portuguesas devia ter acontecido na tarde de 25 de Abril de 1974 ou, quando muito, no dia em que a Constituição foi aprovada. Passe o aproveitamento político, típico do populismo da extrema-esquerda caviar, a agenda da Associação República e Laicidade estava há muito confeccionada. Poucos dias após a tomada de posse do XVII Governo Constitucional, dirigido por José Sócrates, realizada no dia 12 de Março, a sobredita associação, há muito familiarizada com a estrutura, competências e procedimentos do Ministério da Educação entregou à nova titular, Maria de Lurdes Rodrigues - curiosa em temas relacionados com a História da Maçonaria portuguesa - a carta que só agora transtornou o noticiário nativo.A Associação República e Laicismo é, sem tirar nem pôr, uma entidade nascida da convergência de figuras do PS e da Maçonaria. Não gostamos, decididamente, das teorias da conspiração, mas atente o caro leitor à relação que em baixo facultamos e retire as conclusões que julgar oportunas. Orgãos Sociais da República e Laicidade1) Luís Mateus, membro destacado da Maçonaria Regular.2) Maria Helena Carvalho dos Santos, historiadora e professora universitária, responsável pela secção "Problemas da Intolerância" no Instituto de Estudos Portugueses, Presidente da SociedadePortuguesa de Estudos do Século XVIII, militante socialista,ex-Secretária de Estado Adjunta do Ministro da Educação no IX Governo Constitucional presidido por Mário Soares e Grã-Mestre da Grande Loja Feminina da Maçonaria Regular.3) Maria Helena Corrêa, professora universitária, subscritora da lista de proponentes de Mário Soares à Presidência da República.4) Francisco Carromeu, militante do PS e verador municipal.5) Ludwig Krippahl, um dos responsáveis pelo blogue Diário Ateísta de cujas páginas se desprendem pérolas de doutrina anti-cristã que fariam corar o pornógrafo autor do "clássico" Bispo de Évora: "Quiçá o tornou intolerante a velhice ou o Alzheimer. Deus andava tão enxofrado com o divertido método que os humanos tinham engendrado para se reproduzirem, que encomendou um filho a uma pomba. Esta recorreu a uma barriga de aluguer e sujeitou a mulher a uma cesariana para a manter virgem, indiferente aos murmúrios e chistes que sofreu um pobre carpinteiro de Nazaré."6) Ricardo Alves, o mais destacado colunista do Diário Ateísta. Não deixa de ser anedótica a notória incompatibilidade entre os pergaminhos e atributos a que se arrogam os "valentes zurzidores da fradalhada"e o tom, no mínimo indigno e tresandando a falta de respeito, dos escritos de alguns dos dirigentes de tal associação. Não sou crente nem pertenço a qualquer agremiação confessional, pelo que se me impõe a obrigação de não me pronunciar sobre as crenças e convicções religiosas dos meus concidadãos. Ora, pelo que se desprende de alguns textos - senão de todos - assinados por dirigentes da insigne confraria, não há ali nem laicismo nem civismo. Tudo aquilo fere as narinas pela grosseria, pela afronta e pela baixeza. Julgo que a Maçonaria nada ganha com esta quixotada, posto que regressa em força à visibilidade com os desbragamentos que terão ditado o clamoroso fracasso da 1ª República.Julguei que o PS se curara da "doença infantil" do ateísmo, filha do positivismo militante e do cientismo substitutivo da religião. Julguei que os anos haviam serenado as excitações primo-republicanas - que trouxeram Salazar - mas não. Afinal, enganara-me ao presumir que esta confraria seguia a onda zapaterista, com o mimetismo provinciano próprio dos portugueses. A coisa estava há muito preparada. Só espero que não tenha sido cozinhada com os de cá e os de Madrid !Começo a compreender por que razão Maria Barroso não aparece nos actos públicos do Dr. Soares...
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O pedido para que se removam os crucifixos nas salas de aula da rede escolar oficial, apresentado à Ministra da Educação no passado dia 30 de Março, a que aludimos anteontem , já deu os primeiros frutos públicos.O inefável seguidor de Trostky, Francisco Louçã, afirmou que a retirada de crucifixos das escolas públicas portuguesas devia ter acontecido na tarde de 25 de Abril de 1974 ou, quando muito, no dia em que a Constituição foi aprovada. Passe o aproveitamento político, típico do populismo da extrema-esquerda caviar, a agenda da Associação República e Laicidade estava há muito confeccionada. Poucos dias após a tomada de posse do XVII Governo Constitucional, dirigido por José Sócrates, realizada no dia 12 de Março, a sobredita associação, há muito familiarizada com a estrutura, competências e procedimentos do Ministério da Educação entregou à nova titular, Maria de Lurdes Rodrigues - curiosa em temas relacionados com a História da Maçonaria portuguesa - a carta que só agora transtornou o noticiário nativo.A Associação República e Laicismo é, sem tirar nem pôr, uma entidade nascida da convergência de figuras do PS e da Maçonaria. Não gostamos, decididamente, das teorias da conspiração, mas atente o caro leitor à relação que em baixo facultamos e retire as conclusões que julgar oportunas. Orgãos Sociais da República e Laicidade1) Luís Mateus, membro destacado da Maçonaria Regular.2) Maria Helena Carvalho dos Santos, historiadora e professora universitária, responsável pela secção "Problemas da Intolerância" no Instituto de Estudos Portugueses, Presidente da SociedadePortuguesa de Estudos do Século XVIII, militante socialista,ex-Secretária de Estado Adjunta do Ministro da Educação no IX Governo Constitucional presidido por Mário Soares e Grã-Mestre da Grande Loja Feminina da Maçonaria Regular.3) Maria Helena Corrêa, professora universitária, subscritora da lista de proponentes de Mário Soares à Presidência da República.4) Francisco Carromeu, militante do PS e verador municipal.5) Ludwig Krippahl, um dos responsáveis pelo blogue Diário Ateísta de cujas páginas se desprendem pérolas de doutrina anti-cristã que fariam corar o pornógrafo autor do "clássico" Bispo de Évora: "Quiçá o tornou intolerante a velhice ou o Alzheimer. Deus andava tão enxofrado com o divertido método que os humanos tinham engendrado para se reproduzirem, que encomendou um filho a uma pomba. Esta recorreu a uma barriga de aluguer e sujeitou a mulher a uma cesariana para a manter virgem, indiferente aos murmúrios e chistes que sofreu um pobre carpinteiro de Nazaré."6) Ricardo Alves, o mais destacado colunista do Diário Ateísta. Não deixa de ser anedótica a notória incompatibilidade entre os pergaminhos e atributos a que se arrogam os "valentes zurzidores da fradalhada"e o tom, no mínimo indigno e tresandando a falta de respeito, dos escritos de alguns dos dirigentes de tal associação. Não sou crente nem pertenço a qualquer agremiação confessional, pelo que se me impõe a obrigação de não me pronunciar sobre as crenças e convicções religiosas dos meus concidadãos. Ora, pelo que se desprende de alguns textos - senão de todos - assinados por dirigentes da insigne confraria, não há ali nem laicismo nem civismo. Tudo aquilo fere as narinas pela grosseria, pela afronta e pela baixeza. Julgo que a Maçonaria nada ganha com esta quixotada, posto que regressa em força à visibilidade com os desbragamentos que terão ditado o clamoroso fracasso da 1ª República.Julguei que o PS se curara da "doença infantil" do ateísmo, filha do positivismo militante e do cientismo substitutivo da religião. Julguei que os anos haviam serenado as excitações primo-republicanas - que trouxeram Salazar - mas não. Afinal, enganara-me ao presumir que esta confraria seguia a onda zapaterista, com o mimetismo provinciano próprio dos portugueses. A coisa estava há muito preparada. Só espero que não tenha sido cozinhada com os de cá e os de Madrid !Começo a compreender por que razão Maria Barroso não aparece nos actos públicos do Dr. Soares...