Uma avalancha de terras destruiu ontem de madrugada centenas de casas numa zona muito pobre do estado mexicano de Oaxaca e poderá ter deixado soterradas perto de 1000 pessoas, segundo os cálculos do governador Ulises Ruiz, que seguiu para o local. A Protecção Civil accionou um alerta de emergência.
O governador regional anunciou um balanço provisório de cerca de uma centena de desaparecidos. O Presidente Felipe Calderón disse que irá quanto antes a Santa Maria Tlathuioltepec, um município rural de 9000 pessoas, gerido pela comunidade indígena mixe, uma das mais desfavorecidas do México.
O deslizamento de terras e de lodo verificou-se de madrugada, devido às fortes chuvas dos dias anteriores. Mais de 12 horas depois, só se conseguia ainda confirmar que fizera pelo menos sete mortos e uma centena de desaparecidos. Entre 100 a 300 habitações foram soterradas.
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Antes desta avalancha, a intempérie causada por duas tempestades tropicais já vitimara 25 mexicanos e prejudicara grandemente quase um milhão, 20 mil dos quais no estado de Oaxaca, onde quatro rios transbordaram. O México vive a estação da chuvas mais mortífera da sua história, disse o Presidente Calderón.
Prevê-se que os trabalhos de socorro demorem dias. Só depois deles se saiba com relativa precisão qual o balanço exacto de mortos e de feridos causados pelo lodo e pelas pedras que se abateram ontem sobre Santa Maria Tlahuitoltepec.
Paramédicos, políticos, soldados e marinheiros de pelo menos quatro estados foram mobilizados para se dirigirem à região sinistrada.
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Uma avalancha de terras destruiu ontem de madrugada centenas de casas numa zona muito pobre do estado mexicano de Oaxaca e poderá ter deixado soterradas perto de 1000 pessoas, segundo os cálculos do governador Ulises Ruiz, que seguiu para o local. A Protecção Civil accionou um alerta de emergência.
O governador regional anunciou um balanço provisório de cerca de uma centena de desaparecidos. O Presidente Felipe Calderón disse que irá quanto antes a Santa Maria Tlathuioltepec, um município rural de 9000 pessoas, gerido pela comunidade indígena mixe, uma das mais desfavorecidas do México.
O deslizamento de terras e de lodo verificou-se de madrugada, devido às fortes chuvas dos dias anteriores. Mais de 12 horas depois, só se conseguia ainda confirmar que fizera pelo menos sete mortos e uma centena de desaparecidos. Entre 100 a 300 habitações foram soterradas.
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Antes desta avalancha, a intempérie causada por duas tempestades tropicais já vitimara 25 mexicanos e prejudicara grandemente quase um milhão, 20 mil dos quais no estado de Oaxaca, onde quatro rios transbordaram. O México vive a estação da chuvas mais mortífera da sua história, disse o Presidente Calderón.
Prevê-se que os trabalhos de socorro demorem dias. Só depois deles se saiba com relativa precisão qual o balanço exacto de mortos e de feridos causados pelo lodo e pelas pedras que se abateram ontem sobre Santa Maria Tlahuitoltepec.
Paramédicos, políticos, soldados e marinheiros de pelo menos quatro estados foram mobilizados para se dirigirem à região sinistrada.