Sócrates diz que 500 milhões em falta virão da despesa e da receita não fiscal

07-01-2011
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Jose Sócrates respondia assim a Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, que perguntara como o Governo podia vir ao Parlamento apresentar um orçamento “com um buraco orçamental de 500 milhões de euros”.

Louçã chegou mesmo a apresentar três propostas para obter a verba em falta, resultante do não aumento do IVA alimentar e do fim das deduções fiscais apenas nos dois últimos escalões do IRS, como exigiu o PSD.

Para o líder do BE, bastava pôr a banca e a PT a pagar o IRC à taxa legal, ou criar um imposto sobre mais-valias urbanísticas. Ou ainda o cancelamento da aquisição do segundo submarino que ainda não foi entregue pela Ferrostaal.

“Cada submarino custa 500 milhões de euros”, lembrou Louçã. E desafiou Sócrates: “Rompa esse contrato, porque ele não foi cumprido pela empresa, que tem administradores presos e deve 600 milhões de euros a Portugal”.

Na resposta, o primeiro-ministro acabou por dizer algo diferente do que dissera antes a Paulo Portas: “Eu não ponho em causa que o país precise de comprar os dois submarinos. O que ponho em causa é o momento da compra, em plena crise económica”.

Jose Sócrates respondia assim a Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, que perguntara como o Governo podia vir ao Parlamento apresentar um orçamento “com um buraco orçamental de 500 milhões de euros”.

Louçã chegou mesmo a apresentar três propostas para obter a verba em falta, resultante do não aumento do IVA alimentar e do fim das deduções fiscais apenas nos dois últimos escalões do IRS, como exigiu o PSD.

Para o líder do BE, bastava pôr a banca e a PT a pagar o IRC à taxa legal, ou criar um imposto sobre mais-valias urbanísticas. Ou ainda o cancelamento da aquisição do segundo submarino que ainda não foi entregue pela Ferrostaal.

“Cada submarino custa 500 milhões de euros”, lembrou Louçã. E desafiou Sócrates: “Rompa esse contrato, porque ele não foi cumprido pela empresa, que tem administradores presos e deve 600 milhões de euros a Portugal”.

Na resposta, o primeiro-ministro acabou por dizer algo diferente do que dissera antes a Paulo Portas: “Eu não ponho em causa que o país precise de comprar os dois submarinos. O que ponho em causa é o momento da compra, em plena crise económica”.

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