Notícias: Mirandela: Telemóveis/rádio ligam Bombeiros,GNR,PSP....

19-12-2009
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A Protecção Civil de Mirandela dispõe, a partir de ontem, de uma rede de comunicações comum que permite aos diferentes agentes manterem-se em contacto mesmo em zonas sem sinal rádio e telemóvel.Bombeiros, GNR, PSP, funcionários municipais e associações ligadas à caça e floresta receberam hoje 40 equipamentos denominados "telemóveis/rádios".Segundo disse à Lusa António Branco, do gabinete municipal de Protecção Civil, este aparelhos permitem estabelecer comunicação através de rede rádio ou de qualquer uma das três redes móveis de telefone.A vantagem, segundo disse, é garantir que o portador está sempre contactável, podendo alternar a rede conforme a disponibilidade do local.A rede é apoiada por um call center sedeado nos bombeiros de Mirandela com atendimento permanente para apoio às operações.António Branco adiantou que é intenção da Protecção Civil adquirir, numa fase posterior, mais 40 aparelhos para alargar a rede a outros agentes, nomeadamente privados que estão no terreno como voluntários ou juntas de freguesia.O investimento para os primeiros aparelhos foi de 40 mil euros e está incluído num projecto mais vasto em execução no distrito de Bragança, denominado Sistema de Prevenção e Actuação em Situações de Emergência Provocadas por Riscos Naturais e Tecnológicos.O projecto é financiado pelo programa transfronteiriço Interreg e está a permitir aos bombeiros de Bragança, Mirandela e Macedo de Cavaleiros experimentar nos incêndios, já este Verão, um sistema inovador de localização e gestão de meios.Os bombeiros foram dotados de dispositivos, nomeadamente computadores pessoais e equipamentos de localização nas viaturas e pessoal que disponibilizam toda a informação sobre o que se passa no terreno a quem coordena as operações.O sistema está a ser experimentado nos incêndios florestais, mas é aplicável a qualquer catástrofe ou intervenção da Protecção Civil.Foi apresentado, em Março, como capaz de evitar acidentes como o que vitimou cinco chilenos e um bombeiro, em Julho de 2006, ao ficarem encurralados nas chamas quando combatiam um incêndio na zona da Guarda.


A Protecção Civil de Mirandela dispõe, a partir de ontem, de uma rede de comunicações comum que permite aos diferentes agentes manterem-se em contacto mesmo em zonas sem sinal rádio e telemóvel.Bombeiros, GNR, PSP, funcionários municipais e associações ligadas à caça e floresta receberam hoje 40 equipamentos denominados "telemóveis/rádios".Segundo disse à Lusa António Branco, do gabinete municipal de Protecção Civil, este aparelhos permitem estabelecer comunicação através de rede rádio ou de qualquer uma das três redes móveis de telefone.A vantagem, segundo disse, é garantir que o portador está sempre contactável, podendo alternar a rede conforme a disponibilidade do local.A rede é apoiada por um call center sedeado nos bombeiros de Mirandela com atendimento permanente para apoio às operações.António Branco adiantou que é intenção da Protecção Civil adquirir, numa fase posterior, mais 40 aparelhos para alargar a rede a outros agentes, nomeadamente privados que estão no terreno como voluntários ou juntas de freguesia.O investimento para os primeiros aparelhos foi de 40 mil euros e está incluído num projecto mais vasto em execução no distrito de Bragança, denominado Sistema de Prevenção e Actuação em Situações de Emergência Provocadas por Riscos Naturais e Tecnológicos.O projecto é financiado pelo programa transfronteiriço Interreg e está a permitir aos bombeiros de Bragança, Mirandela e Macedo de Cavaleiros experimentar nos incêndios, já este Verão, um sistema inovador de localização e gestão de meios.Os bombeiros foram dotados de dispositivos, nomeadamente computadores pessoais e equipamentos de localização nas viaturas e pessoal que disponibilizam toda a informação sobre o que se passa no terreno a quem coordena as operações.O sistema está a ser experimentado nos incêndios florestais, mas é aplicável a qualquer catástrofe ou intervenção da Protecção Civil.Foi apresentado, em Março, como capaz de evitar acidentes como o que vitimou cinco chilenos e um bombeiro, em Julho de 2006, ao ficarem encurralados nas chamas quando combatiam um incêndio na zona da Guarda.

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