O comunista, que já havia saudado em comunicado o plenário, elogiando a “determinação em continuar a mobilizar os trabalhadores da administração publica contra as medidas que todos os dias os afectam e que a partir de 1 de Janeiro”, viu nos incidentes um sinal de “precipitação e desespero” dos responsáveis. “É incompreensível e inaceitável a intervenção da polícia e de maneira nenhuma pode ser critério”, afirmou em Alpiarça, onde se deslocou em campanha
Categorias
Entidades
O comunista, que já havia saudado em comunicado o plenário, elogiando a “determinação em continuar a mobilizar os trabalhadores da administração publica contra as medidas que todos os dias os afectam e que a partir de 1 de Janeiro”, viu nos incidentes um sinal de “precipitação e desespero” dos responsáveis. “É incompreensível e inaceitável a intervenção da polícia e de maneira nenhuma pode ser critério”, afirmou em Alpiarça, onde se deslocou em campanha