No final de uma reunião para discutir a simplificação dos concursos na função pública, o secretário de Estado escusou-se a comentar os aumentos de 2 por cento pedidos pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) e os 3,5 por cento exigidos pela CGTP.
“Essa é uma matéria que não esteve hoje na mesa de negociações nem estará nas próximas. Oportunamente, o governo apresentará a sua proposta e fará a leitura das propostas dos sindicatos”, disse Gonçalo Castilho dos Santos, sem confirmar se haverá margem para aumentos ou se os salários dos funcionários públicos vão manter-se congelados, à semelhança do que aconteceu este ano.
Já Bettencourt Picanço, presidente do STE, frisou que durante a reunião o governante terá dado a entender que a proposta de dois por cento era um valor demasiado elevado. Mas confrontado com isso, o secretário de Estado disse tratar-se de um "mal entendido" e que "o governo não teceu nenhum comentário".
O sindicato admite que as negociações salariais - que em regra arrancam após a apresentação do Orçamento do Estado (a 15 de Outubro) - “não serão fáceis”, dadas as restrições orçamentais e o peso que a factura salarial dos cerca de 700 mil funcionários públicos tem nas despesas do Estado.
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No final de uma reunião para discutir a simplificação dos concursos na função pública, o secretário de Estado escusou-se a comentar os aumentos de 2 por cento pedidos pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) e os 3,5 por cento exigidos pela CGTP.
“Essa é uma matéria que não esteve hoje na mesa de negociações nem estará nas próximas. Oportunamente, o governo apresentará a sua proposta e fará a leitura das propostas dos sindicatos”, disse Gonçalo Castilho dos Santos, sem confirmar se haverá margem para aumentos ou se os salários dos funcionários públicos vão manter-se congelados, à semelhança do que aconteceu este ano.
Já Bettencourt Picanço, presidente do STE, frisou que durante a reunião o governante terá dado a entender que a proposta de dois por cento era um valor demasiado elevado. Mas confrontado com isso, o secretário de Estado disse tratar-se de um "mal entendido" e que "o governo não teceu nenhum comentário".
O sindicato admite que as negociações salariais - que em regra arrancam após a apresentação do Orçamento do Estado (a 15 de Outubro) - “não serão fáceis”, dadas as restrições orçamentais e o peso que a factura salarial dos cerca de 700 mil funcionários públicos tem nas despesas do Estado.