Essa terá sido a causa do problema informático que impediu a juíza-presidente Ana Peres de entregar o acórdão aos advogados no prazo previsto, ou seja, na passada quarta-feira. Desde então o tribunal falhou várias vezes os prazos que ele próprio estipulou, tendo ontem à tarde conseguido resolver o problema informático.
O acórdão deverá ser depositado depois de amanhã logo pela manhã. Foi essa a garantia dada pela juíza Ana Peres, que ligou pessoalmente aos advogados a informá-los.
Antes disso, o Conselho Superior de Magistratura (CSM) tinha emitido um comunicado onde adiantava que, ontem, especialistas da Microsoft, disponibilizados pelo Ministério da Justiça, estavam a ajudar a juíza-presidente a ultrapassar os problemas de formatação do acórdão. Na nota, o CSM reafirmava que há uma semana, quando a decisão foi anunciada, o texto "encontrava-se pronto no suporte informático, sendo composto por diversos ficheiros". E acrescentava: "Ao efectuar-se a junção dos referidos ficheiros, verificou-se que, nesses suportes, o texto do acórdão se apresentava desformatado, com blocos de texto contendo indicações de índole informática, anotações essas que não tinham interesse nem devem constar no texto desta ou de qualquer outra peça processual".
O CSM afirmava que "desde então, a mencionada juíza, coadjuvada por técnicos de informática e, desde o dia de hoje [ontem], por especialistas da Microsoft, disponibilizados pelo Ministério da Justiça, tem despendido todos os esforços no sentido de ser corrigida a aludida anomalia, o que, até ao momento e infelizmente, ainda não foi conseguido". Um pouco depois, contudo, uma nova comunicação para o CSM dava conta de que o assunto estava ultrapassado.
Também ontem estalou uma outra polémica sobre o processo Casa Pia. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social fez uma nota a reprovar a mediatização dada a Carlos Cruz pela generalidade dos órgãos de comunicação social, em particular a RTP, por esta lhe ter concedido "lugar de especial destaque, e mesmo protagonismo, em pelo menos três dos seus programas de informação de maior audiência". Em resposta, o Conselho de Administração da RTP informou que manifestou ao director de informação a sua discordância relativamente aos critérios de tratamento noticioso da sentença do processo Casa Pia, disse à Lusa o gabinete de imprensa da empresa.
Categorias
Entidades
Essa terá sido a causa do problema informático que impediu a juíza-presidente Ana Peres de entregar o acórdão aos advogados no prazo previsto, ou seja, na passada quarta-feira. Desde então o tribunal falhou várias vezes os prazos que ele próprio estipulou, tendo ontem à tarde conseguido resolver o problema informático.
O acórdão deverá ser depositado depois de amanhã logo pela manhã. Foi essa a garantia dada pela juíza Ana Peres, que ligou pessoalmente aos advogados a informá-los.
Antes disso, o Conselho Superior de Magistratura (CSM) tinha emitido um comunicado onde adiantava que, ontem, especialistas da Microsoft, disponibilizados pelo Ministério da Justiça, estavam a ajudar a juíza-presidente a ultrapassar os problemas de formatação do acórdão. Na nota, o CSM reafirmava que há uma semana, quando a decisão foi anunciada, o texto "encontrava-se pronto no suporte informático, sendo composto por diversos ficheiros". E acrescentava: "Ao efectuar-se a junção dos referidos ficheiros, verificou-se que, nesses suportes, o texto do acórdão se apresentava desformatado, com blocos de texto contendo indicações de índole informática, anotações essas que não tinham interesse nem devem constar no texto desta ou de qualquer outra peça processual".
O CSM afirmava que "desde então, a mencionada juíza, coadjuvada por técnicos de informática e, desde o dia de hoje [ontem], por especialistas da Microsoft, disponibilizados pelo Ministério da Justiça, tem despendido todos os esforços no sentido de ser corrigida a aludida anomalia, o que, até ao momento e infelizmente, ainda não foi conseguido". Um pouco depois, contudo, uma nova comunicação para o CSM dava conta de que o assunto estava ultrapassado.
Também ontem estalou uma outra polémica sobre o processo Casa Pia. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social fez uma nota a reprovar a mediatização dada a Carlos Cruz pela generalidade dos órgãos de comunicação social, em particular a RTP, por esta lhe ter concedido "lugar de especial destaque, e mesmo protagonismo, em pelo menos três dos seus programas de informação de maior audiência". Em resposta, o Conselho de Administração da RTP informou que manifestou ao director de informação a sua discordância relativamente aos critérios de tratamento noticioso da sentença do processo Casa Pia, disse à Lusa o gabinete de imprensa da empresa.