Bombeiros de Milfontes esperam por veículo há três anos

15-09-2010
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Os bombeiros de Vila Nova de Milfontes, em Odemira, estão há três anos à espera de receber um veículo de combate a incêndios florestais, que foi "prometido" pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), em Fevereiro de 2007. A promessa foi feita na altura da homologação daquela corporação, mas o veículo, que custa cerca de 125 mil euros, ainda não chegou às mãos dos bombeiros.

"Continuamos à espera. Somos o corpo de bombeiros mais novo do país e não temos nenhum veículo de combate a incêndios florestais", lamentou o segundo-comandante da corporação, Francisco Santos, em declarações à Lusa, acrescentando que o quartel dispõe actualmente de quatro veículos ligeiros de combate a incêndios, número que considera "insuficiente". Três desses veículos foram adquiridos pela própria associação, mas o quarto, que "estava já obsoleto e foi reparado por meios próprios", foi uma oferta dos bombeiros de Almodôvar.

Para o mesmo responsável, a principal preocupação decorrente da falta da viatura reside na possibilidade de "algum foco de incêndio" deflagrar na região, onde existem "seis parques de campismo, dois deles no perímetro habitacional, e onde há uma extensa área florestal".

"Já não bastava o atraso nos pagamentos dos serviços de saúde, dos hospitais, do INEM", queixou-se Francisco Santos, frisando que é a população quem substitui o Estado no financiamento dos bombeiros. A corporação organiza "festas, bailes, peditórios e sorteios para cobrir as despesas do Estado", com os quais as pessoas são solidárias. Só este ano, entre Janeiro e Setembro, os bombeiros de Vila Nova de Milfontes conseguiram angariar mais de 30 mil euros junto da comunidade, com perto de 40 iniciativas. Esse valor já contribuiu para a aquisição de uma nova ambulância, que está a ser paga em prestações. Outras iniciativas semelhantes já estão agendadas, desde um baile popular, a 18 de Setembro, a uma campanha de Natal, a partir de 15 de Dezembro.4

Os bombeiros de Vila Nova de Milfontes, em Odemira, estão há três anos à espera de receber um veículo de combate a incêndios florestais, que foi "prometido" pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), em Fevereiro de 2007. A promessa foi feita na altura da homologação daquela corporação, mas o veículo, que custa cerca de 125 mil euros, ainda não chegou às mãos dos bombeiros.

"Continuamos à espera. Somos o corpo de bombeiros mais novo do país e não temos nenhum veículo de combate a incêndios florestais", lamentou o segundo-comandante da corporação, Francisco Santos, em declarações à Lusa, acrescentando que o quartel dispõe actualmente de quatro veículos ligeiros de combate a incêndios, número que considera "insuficiente". Três desses veículos foram adquiridos pela própria associação, mas o quarto, que "estava já obsoleto e foi reparado por meios próprios", foi uma oferta dos bombeiros de Almodôvar.

Para o mesmo responsável, a principal preocupação decorrente da falta da viatura reside na possibilidade de "algum foco de incêndio" deflagrar na região, onde existem "seis parques de campismo, dois deles no perímetro habitacional, e onde há uma extensa área florestal".

"Já não bastava o atraso nos pagamentos dos serviços de saúde, dos hospitais, do INEM", queixou-se Francisco Santos, frisando que é a população quem substitui o Estado no financiamento dos bombeiros. A corporação organiza "festas, bailes, peditórios e sorteios para cobrir as despesas do Estado", com os quais as pessoas são solidárias. Só este ano, entre Janeiro e Setembro, os bombeiros de Vila Nova de Milfontes conseguiram angariar mais de 30 mil euros junto da comunidade, com perto de 40 iniciativas. Esse valor já contribuiu para a aquisição de uma nova ambulância, que está a ser paga em prestações. Outras iniciativas semelhantes já estão agendadas, desde um baile popular, a 18 de Setembro, a uma campanha de Natal, a partir de 15 de Dezembro.4

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