Ministro faz apelo ao PSD para viabilizar Orçamento

15-09-2010
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A frase é conciliadora e, ao mesmo tempo, um apelo ao PSD. A pensar no Orçamento do Estado (OE) de 2011. Pedro Silva Pereira, ministro da Presidência, espera que "prevaleça a responsabilidade" e se consiga um acordo para viabilizar o próximo Orçamento. "Espero que prevaleça a responsabilidade e que aqueles que convergiram na estratégia orçamental (o Programa de Estabilidade e Crescimento) convirjam agora no Orçamento", afirmou, à margem da apresentação das comemorações do centenário da República.

Sem falar directamente no PSD nem nos apelos do Presidente Cavaco Silva a um entendimento para o OE, o ministro afirmou ser "uma evidência" o país precisar de um Orçamento face aos "objectivos importantes" que tem perante a crise económica.

Depois de um fim-de-semana de rentreés, em que as condições para a aprovação do Orçamento estiveram no centro das atenções, tanto do primeiro-ministro e líder do PS, José Sócrates, como do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, o ministro da Presidência reiterou que seria compreensível que os sociais-democratas viabilizassem o Orçamento.

Argumento? O de sempre: houve um "consenso interpartidário" para a viabilização do Programa de Estabilidade e Crescimento, primeiro através de um projecto de resolução, e depois através de um acordo, entre Sócrates e Passos Coelho, para reforço das medidas de austeridade.

À tarde, o líder parlamentar do PSD também falou de responsabilidade numa resposta indirecta a Silva Pereira. Miguel Macedo afirmou que o seu partido "é sempre responsável, independentemente dos apelos do Governo", E insistiu que, até ser conhecida a proposta do executivo, os sociais-democratas não vão "falar mais" sobre orçamento. N.S.

A frase é conciliadora e, ao mesmo tempo, um apelo ao PSD. A pensar no Orçamento do Estado (OE) de 2011. Pedro Silva Pereira, ministro da Presidência, espera que "prevaleça a responsabilidade" e se consiga um acordo para viabilizar o próximo Orçamento. "Espero que prevaleça a responsabilidade e que aqueles que convergiram na estratégia orçamental (o Programa de Estabilidade e Crescimento) convirjam agora no Orçamento", afirmou, à margem da apresentação das comemorações do centenário da República.

Sem falar directamente no PSD nem nos apelos do Presidente Cavaco Silva a um entendimento para o OE, o ministro afirmou ser "uma evidência" o país precisar de um Orçamento face aos "objectivos importantes" que tem perante a crise económica.

Depois de um fim-de-semana de rentreés, em que as condições para a aprovação do Orçamento estiveram no centro das atenções, tanto do primeiro-ministro e líder do PS, José Sócrates, como do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, o ministro da Presidência reiterou que seria compreensível que os sociais-democratas viabilizassem o Orçamento.

Argumento? O de sempre: houve um "consenso interpartidário" para a viabilização do Programa de Estabilidade e Crescimento, primeiro através de um projecto de resolução, e depois através de um acordo, entre Sócrates e Passos Coelho, para reforço das medidas de austeridade.

À tarde, o líder parlamentar do PSD também falou de responsabilidade numa resposta indirecta a Silva Pereira. Miguel Macedo afirmou que o seu partido "é sempre responsável, independentemente dos apelos do Governo", E insistiu que, até ser conhecida a proposta do executivo, os sociais-democratas não vão "falar mais" sobre orçamento. N.S.

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