Investvar fica com metade dos trabalhadores

13-05-2010
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Fernanda Moreira, dirigente do sindicato, realçou que, após uma reunião com o presidente do conselho de administração da Investvar, Jorge Pereira da Costa. “mais de metade dos postos de trabalho vão ser salvaguardados”.

A manutenção dos postos de trabalho foi apresentada como uma das principais razões para a salvação da Investva, com três unidades de produção em Portugal e cerca de 650 pessoas empregadas.

Foi com esse fito que verificou a entrada no capital da empresa do Fundo de Recuperação de Empresas, detidos pelos cinco maiores bancos portugueses e principais credores de uma dívida de cerca de 40 milhões de euros.

Quando essa decisão foi anunciada, o secretário de Estado da Indústria Fernando Medina frisou logo que não seria possível manter todos. “Não será possível a manutenção de todos os postos de trabalho”, advertiu. Mas “será garantida a maioria", disse na altura.

A reunião, segundo a dirigente sindical, foi convocado pela administração do grupo e serviu para informar o sindicato que, na próxima segunda-feira, estará concluído o plano de viabilização da DCB e da Investvar Industrial e, dois dias depois, o da Aeroshoes.“Disseram-nos que será um primeiro plano e que estão abertos a proposta de alterações até à assembleia de credores”, adiantou Fernanda Moreira.

A DCB, a Investvar Industrial e a Aeroshoes apresentaram pedidos de declaração de insolvência junto do tribunal da Comarca do Baixo Vouga com o objectivo de assegurar a recuperação, reestruturação e relançamento das actividades das empresas.

O pedido de insolvência foi apresentado cerca de um mês após o norte-americano Aerogroup, com quem a Investvar mantém uma relação comercial há 18 anos, ter pedido a insolvência da Investvar por alegadas dívidas.

Na próxima sexta-feira, termina o contrato com a Aerogroup, que dava exclusividade à Investvar para a produção e comercialização da Aerosoles na Europa, Médio Oriente e África. A sua rescisão foi anunciada em Julho passado, na mesma altura em que a Investvar apresentou a vontade de se dedicar à produção e comercialização de uma marca própria - a Move On.

Fernanda Moreira, dirigente do sindicato, realçou que, após uma reunião com o presidente do conselho de administração da Investvar, Jorge Pereira da Costa. “mais de metade dos postos de trabalho vão ser salvaguardados”.

A manutenção dos postos de trabalho foi apresentada como uma das principais razões para a salvação da Investva, com três unidades de produção em Portugal e cerca de 650 pessoas empregadas.

Foi com esse fito que verificou a entrada no capital da empresa do Fundo de Recuperação de Empresas, detidos pelos cinco maiores bancos portugueses e principais credores de uma dívida de cerca de 40 milhões de euros.

Quando essa decisão foi anunciada, o secretário de Estado da Indústria Fernando Medina frisou logo que não seria possível manter todos. “Não será possível a manutenção de todos os postos de trabalho”, advertiu. Mas “será garantida a maioria", disse na altura.

A reunião, segundo a dirigente sindical, foi convocado pela administração do grupo e serviu para informar o sindicato que, na próxima segunda-feira, estará concluído o plano de viabilização da DCB e da Investvar Industrial e, dois dias depois, o da Aeroshoes.“Disseram-nos que será um primeiro plano e que estão abertos a proposta de alterações até à assembleia de credores”, adiantou Fernanda Moreira.

A DCB, a Investvar Industrial e a Aeroshoes apresentaram pedidos de declaração de insolvência junto do tribunal da Comarca do Baixo Vouga com o objectivo de assegurar a recuperação, reestruturação e relançamento das actividades das empresas.

O pedido de insolvência foi apresentado cerca de um mês após o norte-americano Aerogroup, com quem a Investvar mantém uma relação comercial há 18 anos, ter pedido a insolvência da Investvar por alegadas dívidas.

Na próxima sexta-feira, termina o contrato com a Aerogroup, que dava exclusividade à Investvar para a produção e comercialização da Aerosoles na Europa, Médio Oriente e África. A sua rescisão foi anunciada em Julho passado, na mesma altura em que a Investvar apresentou a vontade de se dedicar à produção e comercialização de uma marca própria - a Move On.

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