Verba do PME Investe 5 está esgotada e o Governo prepara uma nova linha de crédito

31-05-2010
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“Relativamente à PME Investe 5, o plafond que tínhamos contratado com o sector financeiro encontra-se concluído e o que estamos a fazer é negociar com o sector financeiro e também com as associações representativas das empresas uma adaptação das condições deste instrumento às novas circunstâncias do mercado e também da realidade orçamental”, afirmou Fernando Medina.

O secretário de Estado Adjunto, da Indústria e da Inovação falava aos jornalistas à margem de um encontro do Governo com empresários, no âmbito da visita do primeiro-ministro, José Sócrates, ao Brasil e à Venezuela.

O governante revelou que “no prazo máximo de quinze dias” serão conhecidos os termos desta negociação para a nova linha de crédito.

“Neste momento o que está a ser negociado são as novas condições de acesso, que segmentos de empresas, com que garantias, com que condições em matéria de acesso, para poder ser uma linha mais eficaz aos segmentos que possam ter necessidade deste instrumento de apoio para aceder ao crédito”, referiu.

Medina sublinhou que estes instrumentos de apoio ao crédito “têm de ser muito adaptados às conjunturas que vivemos”, porque “são instrumentos que não são permanentes nas políticas públicas”, e lembrou que o Governo avançou com esta iniciativa porque “reconheceu que havia segmentos de empresas que precisavam de apoio”.

“Neste momento temos algumas linhas abertas, nomeadamente a PME Investe 3, que ainda está aberta e é dirigida a alguns segmentos”, disse.

Considerando que as linhas são “um instrumento de grande importância”, Fernando Medina referiu que no último ano e meio apoiaram “mais de 50 mil empresas até ao momento, num total de mais de 570 mil postos de trabalho, e permitiram o acesso ao crédito para as empresas desenvolverem a sua actividade a mais de 5,7 mil milhões de euros”.

À entrada para a reunião, o primeiro-ministro, José Sócrates, recusou fazer declarações aos jornalistas. O CDS-PP exigiu ao Governo que esclareça se foi ou não suspenso o quinto programa de apoio ao crédito às pequenas e médias empresas e quais os “fundamentos” para esta decisão.

Em declarações à Lusa, o deputado Telmo Correia afirmou que “terá havido uma indicação de suspensão” do Programa Linha PME Investe 5, “um programa estrutural para as empresas”, pelo que o partido quer “saber porquê, em que termos e quais as condições”.

“Relativamente à PME Investe 5, o plafond que tínhamos contratado com o sector financeiro encontra-se concluído e o que estamos a fazer é negociar com o sector financeiro e também com as associações representativas das empresas uma adaptação das condições deste instrumento às novas circunstâncias do mercado e também da realidade orçamental”, afirmou Fernando Medina.

O secretário de Estado Adjunto, da Indústria e da Inovação falava aos jornalistas à margem de um encontro do Governo com empresários, no âmbito da visita do primeiro-ministro, José Sócrates, ao Brasil e à Venezuela.

O governante revelou que “no prazo máximo de quinze dias” serão conhecidos os termos desta negociação para a nova linha de crédito.

“Neste momento o que está a ser negociado são as novas condições de acesso, que segmentos de empresas, com que garantias, com que condições em matéria de acesso, para poder ser uma linha mais eficaz aos segmentos que possam ter necessidade deste instrumento de apoio para aceder ao crédito”, referiu.

Medina sublinhou que estes instrumentos de apoio ao crédito “têm de ser muito adaptados às conjunturas que vivemos”, porque “são instrumentos que não são permanentes nas políticas públicas”, e lembrou que o Governo avançou com esta iniciativa porque “reconheceu que havia segmentos de empresas que precisavam de apoio”.

“Neste momento temos algumas linhas abertas, nomeadamente a PME Investe 3, que ainda está aberta e é dirigida a alguns segmentos”, disse.

Considerando que as linhas são “um instrumento de grande importância”, Fernando Medina referiu que no último ano e meio apoiaram “mais de 50 mil empresas até ao momento, num total de mais de 570 mil postos de trabalho, e permitiram o acesso ao crédito para as empresas desenvolverem a sua actividade a mais de 5,7 mil milhões de euros”.

À entrada para a reunião, o primeiro-ministro, José Sócrates, recusou fazer declarações aos jornalistas. O CDS-PP exigiu ao Governo que esclareça se foi ou não suspenso o quinto programa de apoio ao crédito às pequenas e médias empresas e quais os “fundamentos” para esta decisão.

Em declarações à Lusa, o deputado Telmo Correia afirmou que “terá havido uma indicação de suspensão” do Programa Linha PME Investe 5, “um programa estrutural para as empresas”, pelo que o partido quer “saber porquê, em que termos e quais as condições”.

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