O receio em torno de um possível aumento da taxa de juro na China está a penalizar os índices em Nova Iorque.
Os principais índices norte-americanos abriram hoje em baixa, penalizados pelos receios de que a China suba a sua taxa de referência. Os produtores de matérias-primas são dos mais castigados, visto que, a acontecer, este aumento vai condicionar a procura por parte do gigante asiático. Isto numa altura em que Hu Jintao visita os EUA, numa tentativa de reforçar os laços comerciais entre os dois países.
É neste sentido que a Exxon desliza 0,29%, enquanto a BP escorrega 0,77%, em Nova Iorque. O industrial Dow Jones seguia a perder 0,3%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq desvalorizavam 0,43% e 0,75%, respectivamente.
Com sinal negativo seguiam também muitos dos títulos da banca, com Bank of America a perder 1,04% e o Goldman Sachs a deslizar 0,77%. A contrariar a tendência estava o Morgan Stanley, com uma valorização de 1,37%, mesmo depois de ter apresentado resultados trimestrais abaixo do esperado.
O lucro líquido do banco chegou aos 836 milhões de dólares (622 milhões de euros), ou 0,41 dólares por acção, nos últimos três meses de 2010, face aos 617 milhões de dólares (459 milhões de euros), ou 0,29 dólares por acção, alcançados em período homólogo. No entanto, excluindo o ganho extraordinário que o Morgan Stanley conseguiu com a venda da sua posição na China International Capital, o lucro por acção ficou em 0,26 dólares por título, abaixo dos 0,28 dólares estimados pelos analistas consultados pela Bloomberg.
A marcar o dia em Nova Iorque está também o anúncio de que os pedidos iniciais de subsídio de desemprego diminuíram em 37 mil, para 404 mil, na semana terminada a 15 de Janeiro. Esta é a quebra mais acentuada desde Fevereiro de 2010 e surpreendeu os economistas consultados pela Bloomberg, que esperavam uma diminuição para 420 mil novos pedidos.
Os dados revelados hoje pelo Departamento do Comércio norte-americano mostram ainda que a média de novos pedidos entregues nas últimas quatro semanas baixou em quatro mil para um total de 411,7 mil, enquanto o total de americanos que continua a receber este subsídio caiu em 26 mil para 3,86 milhões na semana terminada a 8 de Janeiro.
O receio em torno de um possível aumento da taxa de juro na China está a penalizar os índices em Nova Iorque.
Os principais índices norte-americanos abriram hoje em baixa, penalizados pelos receios de que a China suba a sua taxa de referência. Os produtores de matérias-primas são dos mais castigados, visto que, a acontecer, este aumento vai condicionar a procura por parte do gigante asiático. Isto numa altura em que Hu Jintao visita os EUA, numa tentativa de reforçar os laços comerciais entre os dois países.
É neste sentido que a Exxon desliza 0,29%, enquanto a BP escorrega 0,77%, em Nova Iorque. O industrial Dow Jones seguia a perder 0,3%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq desvalorizavam 0,43% e 0,75%, respectivamente.
Com sinal negativo seguiam também muitos dos títulos da banca, com Bank of America a perder 1,04% e o Goldman Sachs a deslizar 0,77%. A contrariar a tendência estava o Morgan Stanley, com uma valorização de 1,37%, mesmo depois de ter apresentado resultados trimestrais abaixo do esperado.
O lucro líquido do banco chegou aos 836 milhões de dólares (622 milhões de euros), ou 0,41 dólares por acção, nos últimos três meses de 2010, face aos 617 milhões de dólares (459 milhões de euros), ou 0,29 dólares por acção, alcançados em período homólogo. No entanto, excluindo o ganho extraordinário que o Morgan Stanley conseguiu com a venda da sua posição na China International Capital, o lucro por acção ficou em 0,26 dólares por título, abaixo dos 0,28 dólares estimados pelos analistas consultados pela Bloomberg.
A marcar o dia em Nova Iorque está também o anúncio de que os pedidos iniciais de subsídio de desemprego diminuíram em 37 mil, para 404 mil, na semana terminada a 15 de Janeiro. Esta é a quebra mais acentuada desde Fevereiro de 2010 e surpreendeu os economistas consultados pela Bloomberg, que esperavam uma diminuição para 420 mil novos pedidos.
Os dados revelados hoje pelo Departamento do Comércio norte-americano mostram ainda que a média de novos pedidos entregues nas últimas quatro semanas baixou em quatro mil para um total de 411,7 mil, enquanto o total de americanos que continua a receber este subsídio caiu em 26 mil para 3,86 milhões na semana terminada a 8 de Janeiro.