Vasco Pulido Valente, na sua crónica de hoje do Público, realçada até por Marcelo R. Sousa na RTP/1, fala sucintamente sobre a Educação em Portugal, a propósito da noticiada fuga de “cérebros” do país. Diz a dado passo...
perguntam como Portugal chegou ao que chegou
assim
com políticas de uma inimaginável estupidez
Os responsáveis são conhecidos
Veiga Simão, Fraústo da Silva, Roberto Carneiro e Marçal Grilo e, agora, Mariano Gago
Cavaco e António Guterres, que envenenou tudo em que tocou
nem perante o desastre se aprendeu a lição
De Cavaco a Sócrates
o regime continua a repetir que Portugal precisa antes de mais nada de “qualificação” e “formação”
Já se percebeu
que não vale a pena sobreeducar sociedades com um mercado de emprego semi-arcaico
desandam para onde as podem usar e
lhes pagam bem
a história não acaba aqui
O Estado criou ou permitiu que se criasse uma enorme e abstrusa máquina
do pré-escolar ao ensino superior
do colégio católico com subsídio por cabeça ao comércio vil de universidades privadas
como o produto dessa máquina é largamente inútil, o Estado
mete inúteis num funcionalismo público igualmente inútil
A moral a tirar desta comédia sem desculpa é a de que o dr. Cavaco tem razão
gostamos mesmo da moeda má
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Vasco Pulido Valente, na sua crónica de hoje do Público, realçada até por Marcelo R. Sousa na RTP/1, fala sucintamente sobre a Educação em Portugal, a propósito da noticiada fuga de “cérebros” do país. Diz a dado passo...
perguntam como Portugal chegou ao que chegou
assim
com políticas de uma inimaginável estupidez
Os responsáveis são conhecidos
Veiga Simão, Fraústo da Silva, Roberto Carneiro e Marçal Grilo e, agora, Mariano Gago
Cavaco e António Guterres, que envenenou tudo em que tocou
nem perante o desastre se aprendeu a lição
De Cavaco a Sócrates
o regime continua a repetir que Portugal precisa antes de mais nada de “qualificação” e “formação”
Já se percebeu
que não vale a pena sobreeducar sociedades com um mercado de emprego semi-arcaico
desandam para onde as podem usar e
lhes pagam bem
a história não acaba aqui
O Estado criou ou permitiu que se criasse uma enorme e abstrusa máquina
do pré-escolar ao ensino superior
do colégio católico com subsídio por cabeça ao comércio vil de universidades privadas
como o produto dessa máquina é largamente inútil, o Estado
mete inúteis num funcionalismo público igualmente inútil
A moral a tirar desta comédia sem desculpa é a de que o dr. Cavaco tem razão
gostamos mesmo da moeda má