Em declarações aos jornalistas no Parlamento, Paulo Portas criticou o PS e o PSD por “na hora da verdade bloquearem” o diploma e defendeu que “é preciso independência” para manter a defesa das reformas.
“Eu acho que é preciso ter independência para manter estes princípios e também manter o reformismo. Porque quando não se fazem reformas na política do medicamento que elimine o desperdício, acaba-se a tomar medidas que atingem os direitos dos utentes”, advertiu.
O PSD recuou hoje e decidiu que vai votar contra o projecto de lei que generaliza a prescrição de medicamentos por substância activa.
O diploma teve origem em dois projectos de lei, um do PSD e outro do CDS-PP, que tinham sido viabilizados na generalidade.
Hoje, na comissão parlamentar de Saúde, a deputada social-democrata Clara Carneiro declarou que o partido “não está confortável com este diploma”.
Na quarta-feira, a comissão já tinha aprovado quase todos os artigos deste diploma que instituía a prescrição por substância activa, apenas com os votos contra do PS.
Mas hoje, o PSD decidiu retirar o seu apoio ao texto e irá votar contra caso o projecto ainda vá a tempo de ser votado em plenário da Assembleia da República.
Paulo Portas referiu-se ainda ao anunciado “chumbo”, por parte do PS e da restante esquerda parlamentar, de um projecto dos democratas-cristãos para a renovação dos contratos a prazo que tenham atingido o limite dos três anos e que deverá ir a votos na última sessão antes da dissolução do Parlamento.
Para Paulo Portas, se a lei se mantiver, proibindo a renovação, “muitos jovens que tem um contrato a termo ou vão para o desemprego ou vão para recibos verdes”.
“Lamento que o PS substitua a realidade pela ideologia porque as pessoas enfrentam-se com a realidade, não comem ideologia”, afirmou.
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Em declarações aos jornalistas no Parlamento, Paulo Portas criticou o PS e o PSD por “na hora da verdade bloquearem” o diploma e defendeu que “é preciso independência” para manter a defesa das reformas.
“Eu acho que é preciso ter independência para manter estes princípios e também manter o reformismo. Porque quando não se fazem reformas na política do medicamento que elimine o desperdício, acaba-se a tomar medidas que atingem os direitos dos utentes”, advertiu.
O PSD recuou hoje e decidiu que vai votar contra o projecto de lei que generaliza a prescrição de medicamentos por substância activa.
O diploma teve origem em dois projectos de lei, um do PSD e outro do CDS-PP, que tinham sido viabilizados na generalidade.
Hoje, na comissão parlamentar de Saúde, a deputada social-democrata Clara Carneiro declarou que o partido “não está confortável com este diploma”.
Na quarta-feira, a comissão já tinha aprovado quase todos os artigos deste diploma que instituía a prescrição por substância activa, apenas com os votos contra do PS.
Mas hoje, o PSD decidiu retirar o seu apoio ao texto e irá votar contra caso o projecto ainda vá a tempo de ser votado em plenário da Assembleia da República.
Paulo Portas referiu-se ainda ao anunciado “chumbo”, por parte do PS e da restante esquerda parlamentar, de um projecto dos democratas-cristãos para a renovação dos contratos a prazo que tenham atingido o limite dos três anos e que deverá ir a votos na última sessão antes da dissolução do Parlamento.
Para Paulo Portas, se a lei se mantiver, proibindo a renovação, “muitos jovens que tem um contrato a termo ou vão para o desemprego ou vão para recibos verdes”.
“Lamento que o PS substitua a realidade pela ideologia porque as pessoas enfrentam-se com a realidade, não comem ideologia”, afirmou.