Cãocompulgas: Antimemória

19-12-2009
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Viemos do mundo para o mundodo nosso lugar para o lugare perdemos a memória de onde viemossó o ar que respiramos nos não custa o esforço visíveldor mínimador habituadaem tecidos que se usam e se rompemo resto é nunca nos inscrevermossenão com violênciaentre as acumuladas pedras da cidade(ou) sobre o caprichoso húmusinventando o esquecimentoe perseguindo a inventada liberdadedo infinito sempre interrogandoum regressouma despedidasuamos a passagemsoamos a rangente esperançasomos amos desta soma de anos não somadosconsolamentum excomungadoredenção crucificadasabemos que acabar lutando é começare da beleza é tudo o que sabemosÁlvaro Guerra


Viemos do mundo para o mundodo nosso lugar para o lugare perdemos a memória de onde viemossó o ar que respiramos nos não custa o esforço visíveldor mínimador habituadaem tecidos que se usam e se rompemo resto é nunca nos inscrevermossenão com violênciaentre as acumuladas pedras da cidade(ou) sobre o caprichoso húmusinventando o esquecimentoe perseguindo a inventada liberdadedo infinito sempre interrogandoum regressouma despedidasuamos a passagemsoamos a rangente esperançasomos amos desta soma de anos não somadosconsolamentum excomungadoredenção crucificadasabemos que acabar lutando é começare da beleza é tudo o que sabemosÁlvaro Guerra

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