Bluebells (Hyacinthoides non-scripta) - Kew GardensDa variedade inimaginável de plantas e flores que, em qualquer altura do ano, se podem observar nos Kew Gardens, foi esta florzinha que ninguém semeou a escolhida para figurar na face do desdobrável distribuído aos visitantes no período de Abril a Junho de 2007. Há uns 10 ou 20 anos uma tal escolha seria impensável: os jardins botânicos serviam para exibir colecções de raridades colhidas em lugares remotos, e não para celebrar as ervitas que despontam ao acaso em bosques ou prados. A primeira função não se perdeu, mas a segunda tem ganho cada vez maior importância. Nos Kew Gardens já só alguns poucos relvados, junto aos jardins e espaços mais formais, são ainda aparados com regularidade; nas restantes zonas cresce livremente a vegetação rasteira. Com isso regressaram as flores silvestres e toda a fauna de borboletas e demais insectos que lhes está associada. E também no Jardim Botânico do Porto esta tendência para naturalizar tem ganho força: além das vistosas dedaleiras, são já muitas as plantinhas trazidas pelo vento que, sem licença nem placa de identificação, vicejam à sombra das árvores.P.S. Veja aqui a mesma planta em versão branca.
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Bluebells (Hyacinthoides non-scripta) - Kew GardensDa variedade inimaginável de plantas e flores que, em qualquer altura do ano, se podem observar nos Kew Gardens, foi esta florzinha que ninguém semeou a escolhida para figurar na face do desdobrável distribuído aos visitantes no período de Abril a Junho de 2007. Há uns 10 ou 20 anos uma tal escolha seria impensável: os jardins botânicos serviam para exibir colecções de raridades colhidas em lugares remotos, e não para celebrar as ervitas que despontam ao acaso em bosques ou prados. A primeira função não se perdeu, mas a segunda tem ganho cada vez maior importância. Nos Kew Gardens já só alguns poucos relvados, junto aos jardins e espaços mais formais, são ainda aparados com regularidade; nas restantes zonas cresce livremente a vegetação rasteira. Com isso regressaram as flores silvestres e toda a fauna de borboletas e demais insectos que lhes está associada. E também no Jardim Botânico do Porto esta tendência para naturalizar tem ganho força: além das vistosas dedaleiras, são já muitas as plantinhas trazidas pelo vento que, sem licença nem placa de identificação, vicejam à sombra das árvores.P.S. Veja aqui a mesma planta em versão branca.