Volto ao tema. Acho que ele não pode nem deve morrer até haver respostas. Dos intervenientes, mas também de quem assistiu ao ocorrido.No sábado, dia 3 de Outubro, aconteceu em Évora um festival hip-hop, o 7MIL, com um cartaz de luxo e apoios variados. O Festival, no Parque de Estacionamento das Portas de Aviz, começou por volta das 4 horas da tarde e cerca das 2 horas da manhã, quando ainda faltava pelo menos um artista actuar, foi interrompido pela polícia.Já ouvi várias versões. Vamos a elas.1) O concerto teria licença até às 4 horas da manhã, mas por volta das 2 horas, José Ernesto, o presidente da Câmara (que apoiava a iniciativa) terá ido "em campanha" ao local e sido recebido com assobios e, por isso, terá decidido acabar com o espectáculo;2)O concerto teria licença até às 2 horas, mas José Ernesto estaria já um pouco ébrio no local, e como sentisse que não estava a ser bem recebido, terá decidido acabar com a iniciativa;3) Os organizadores do concerto teriam apenas licença até à uma da noite e, devido ao barulho, houve queixas - nomeadamente das discotecas da zona e de uma unidade hoteleira - e, em resultado disso, terá havido a intervenção da polícia que acabou com o espectáculo (esta versão ouvi-a a um jornalista).Ainda ouvi mais versões mas são apenas variações destas. Como Évora é uma cidade de boatos gostaria que, de uma vez por todas, se esclarecesse alguma coisa. Seja a Câmara, sejam os organizadores, seja quem for. As "bocas" anónimas estão a matar o que ainda restava de discussão pública em Évora, como matariam em qualquer outra cidade. O que é anónimo não é credível. Todos esperamos que neste caso alguma luz surja e os intervenientes possam esclarecer o que se passou. Obrigado.
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Volto ao tema. Acho que ele não pode nem deve morrer até haver respostas. Dos intervenientes, mas também de quem assistiu ao ocorrido.No sábado, dia 3 de Outubro, aconteceu em Évora um festival hip-hop, o 7MIL, com um cartaz de luxo e apoios variados. O Festival, no Parque de Estacionamento das Portas de Aviz, começou por volta das 4 horas da tarde e cerca das 2 horas da manhã, quando ainda faltava pelo menos um artista actuar, foi interrompido pela polícia.Já ouvi várias versões. Vamos a elas.1) O concerto teria licença até às 4 horas da manhã, mas por volta das 2 horas, José Ernesto, o presidente da Câmara (que apoiava a iniciativa) terá ido "em campanha" ao local e sido recebido com assobios e, por isso, terá decidido acabar com o espectáculo;2)O concerto teria licença até às 2 horas, mas José Ernesto estaria já um pouco ébrio no local, e como sentisse que não estava a ser bem recebido, terá decidido acabar com a iniciativa;3) Os organizadores do concerto teriam apenas licença até à uma da noite e, devido ao barulho, houve queixas - nomeadamente das discotecas da zona e de uma unidade hoteleira - e, em resultado disso, terá havido a intervenção da polícia que acabou com o espectáculo (esta versão ouvi-a a um jornalista).Ainda ouvi mais versões mas são apenas variações destas. Como Évora é uma cidade de boatos gostaria que, de uma vez por todas, se esclarecesse alguma coisa. Seja a Câmara, sejam os organizadores, seja quem for. As "bocas" anónimas estão a matar o que ainda restava de discussão pública em Évora, como matariam em qualquer outra cidade. O que é anónimo não é credível. Todos esperamos que neste caso alguma luz surja e os intervenientes possam esclarecer o que se passou. Obrigado.