A Cinco Tons: Amália: o (en)canto de sempre

24-01-2011
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Estava um dia destes a ouvir rádio (julgo que a TSF) e alguém disse, a propósito da Amália, que fado era – estou a citar de cor – “uma reza que nos emociona e que, dependendo da qualidade do intérprete, nos faz transportar para sentimentos de solidão, de amor ou de alegria”. Gostei desta definição a propósito de Amália e do fado, um género musical com que, cada vez mais, me sinto identificado. O fado é pura poesia e pura emoção transmitidas através da voz e da música. Neste 10º aniversário da morte de Amália fui descobrir este (novíssimo, porque colocado há apenas 4 dias no Youtube por Antóniomcmoreira e que ainda não teve mais de 200 visualizações) vídeo com a voz de Amália Rodrigues, ao vivo, no Japão, em 1970 a cantar Bairro Negro. Peço que o desfrutem. Silêncio que se vai cantar o fado!


Estava um dia destes a ouvir rádio (julgo que a TSF) e alguém disse, a propósito da Amália, que fado era – estou a citar de cor – “uma reza que nos emociona e que, dependendo da qualidade do intérprete, nos faz transportar para sentimentos de solidão, de amor ou de alegria”. Gostei desta definição a propósito de Amália e do fado, um género musical com que, cada vez mais, me sinto identificado. O fado é pura poesia e pura emoção transmitidas através da voz e da música. Neste 10º aniversário da morte de Amália fui descobrir este (novíssimo, porque colocado há apenas 4 dias no Youtube por Antóniomcmoreira e que ainda não teve mais de 200 visualizações) vídeo com a voz de Amália Rodrigues, ao vivo, no Japão, em 1970 a cantar Bairro Negro. Peço que o desfrutem. Silêncio que se vai cantar o fado!

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