foto de amigosdacuba.no.sapo.pt Foram cerca de duas centenas as pessoas que acompanharam o Dr. Flamínio Roza a Ferreira do Alentejo, onde foi cremado. Figuras como a do Eduardo Catroga, Fernando Madrinha ou Eduardo Cabrita estiveram na despedida, entre os muitos populares e figuras institucionais de Évora.Na volta visitámos Cuba. Parámos na recente mas já famosa estátua de Cristóvão Colon que, também acredito, é originário da Cuba. Uma oferta do Dr. Flamínio ao município.O José Ernesto convidou-nos, a mim, ao Monarca Pinheiro e ao Sr. Joaquim Manuel, para almoçar no Lucas. Contou-nos que o Flamínio Roza começou muito novo (cerca de 10 anos) e pobre, a trabalhar na ceifa e a guardar animais. Lutou muito e, no intervalo do trabalho do campo, ia à escola.Foi seminarista por algum tempo. Mais tarde na tropa conheceu um dos Champalimaud, de quem ficou muito amigo. Fez-se advogado trabalhador. O destino apanha-o na Siderurgia Nacional aquando o 25 de Abril. Daí até aos nossos dias trabalhou, arriscou e enriqueceu.A realidade mostra que não quis a riqueza para si. Fez muito trabalho social e, sozinho, construiu a Fundação Alentejo Terra Mãe. Deixa também obra na área cultural e promocional do Alentejo e um vazio que só homens como ele deixam.Como António Alves disse, a melhor homenagem que se lhe pode fazer é continuar a sua obra.
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foto de amigosdacuba.no.sapo.pt Foram cerca de duas centenas as pessoas que acompanharam o Dr. Flamínio Roza a Ferreira do Alentejo, onde foi cremado. Figuras como a do Eduardo Catroga, Fernando Madrinha ou Eduardo Cabrita estiveram na despedida, entre os muitos populares e figuras institucionais de Évora.Na volta visitámos Cuba. Parámos na recente mas já famosa estátua de Cristóvão Colon que, também acredito, é originário da Cuba. Uma oferta do Dr. Flamínio ao município.O José Ernesto convidou-nos, a mim, ao Monarca Pinheiro e ao Sr. Joaquim Manuel, para almoçar no Lucas. Contou-nos que o Flamínio Roza começou muito novo (cerca de 10 anos) e pobre, a trabalhar na ceifa e a guardar animais. Lutou muito e, no intervalo do trabalho do campo, ia à escola.Foi seminarista por algum tempo. Mais tarde na tropa conheceu um dos Champalimaud, de quem ficou muito amigo. Fez-se advogado trabalhador. O destino apanha-o na Siderurgia Nacional aquando o 25 de Abril. Daí até aos nossos dias trabalhou, arriscou e enriqueceu.A realidade mostra que não quis a riqueza para si. Fez muito trabalho social e, sozinho, construiu a Fundação Alentejo Terra Mãe. Deixa também obra na área cultural e promocional do Alentejo e um vazio que só homens como ele deixam.Como António Alves disse, a melhor homenagem que se lhe pode fazer é continuar a sua obra.