Receitas do golfe desceram 17 por cento em 2009

27-06-2010
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De acordo com o relatório elaborado pela empresa Deloitte, no ano passado registou-se uma “retracção acentuada” na procura pelo golfe, com uma quebra de receitas na ordem dos 17 por cento, apesar de terem sido facturados 1,3 milhões de euros.

O Algarve, principal destino de golfe do país, ficou abaixo da média nacional, tendo arrecadado menos 12,3 por cento de receitas.

Para o decréscimo das receitas contribuiu “o fortalecimento do euro, que diminuiu a capacidade de compra do principal mercado principal, o Reino Unido, que se traduz na numa perda significativa de receitas”, justificou Vasco Anjo, secretário geral do Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG).

Além disso, a quebra das receitas deve-se também ao aparecimento de novos destinos de golfe, como a Tunísia e a Turquia, e a conjuntura económica, que veio reduzir o poder de compra.

As conclusões do relatório anual de golfe de 2009 foram conhecidas durante a apresentação do Portal do Golfe, que decorreu hoje no hotel Campo Real, em Torres Vedras.

Segundo o documento, registou-se uma quebra de cinco por cento nos jogos e três por cento na taxa de ocupação dos campos de golfe.

O estudo teve em conta os resultados obtidos por 46 dos 80 campos de golfe existentes no país.

Anualmente, o golfe contribuiu com 500 milhões de euros para a economia portuguesa, justificados por cerca de 1,7 milhões de voltas pelos campos de golfe.

O Portal do Golfe, que vai estar concluído até ao final do ano, é encarado pelo setor como indispensável à estratégia de consolidação e de aumento de competitividade de Portugal como destino de golfe.

Ao reunir operadores e prestar informação aos consumidores, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, afirmou que o projecto “é uma questão de oportunidade desta indústria de golfe para consolidar as receitas do turismo”.

De acordo com o relatório elaborado pela empresa Deloitte, no ano passado registou-se uma “retracção acentuada” na procura pelo golfe, com uma quebra de receitas na ordem dos 17 por cento, apesar de terem sido facturados 1,3 milhões de euros.

O Algarve, principal destino de golfe do país, ficou abaixo da média nacional, tendo arrecadado menos 12,3 por cento de receitas.

Para o decréscimo das receitas contribuiu “o fortalecimento do euro, que diminuiu a capacidade de compra do principal mercado principal, o Reino Unido, que se traduz na numa perda significativa de receitas”, justificou Vasco Anjo, secretário geral do Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG).

Além disso, a quebra das receitas deve-se também ao aparecimento de novos destinos de golfe, como a Tunísia e a Turquia, e a conjuntura económica, que veio reduzir o poder de compra.

As conclusões do relatório anual de golfe de 2009 foram conhecidas durante a apresentação do Portal do Golfe, que decorreu hoje no hotel Campo Real, em Torres Vedras.

Segundo o documento, registou-se uma quebra de cinco por cento nos jogos e três por cento na taxa de ocupação dos campos de golfe.

O estudo teve em conta os resultados obtidos por 46 dos 80 campos de golfe existentes no país.

Anualmente, o golfe contribuiu com 500 milhões de euros para a economia portuguesa, justificados por cerca de 1,7 milhões de voltas pelos campos de golfe.

O Portal do Golfe, que vai estar concluído até ao final do ano, é encarado pelo setor como indispensável à estratégia de consolidação e de aumento de competitividade de Portugal como destino de golfe.

Ao reunir operadores e prestar informação aos consumidores, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, afirmou que o projecto “é uma questão de oportunidade desta indústria de golfe para consolidar as receitas do turismo”.

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