O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, defendeu na inauguração do Parque Termanl de Monte Real, no dia 6 de Junho, como “fundamental” o investimento dos empresários em tempos de crise, considerando que isso revela confiança no país.
“É fundamental, sobretudo porque quem cria riqueza são os empresários, mas a circunstância de investirem em Portugal é porque têm confiança no seu país”, afirmou Bernardo Trindade no final da inauguração do Parque Termal de Monte Real, um investimento de 27 milhões de euros do Grupo Lena.
O governante, reempossado nesse dia, sublinhou que a obra, que contempla uma unidade hoteleira de quatro estrelas, uma área de termalismo e outra de bem-estar, é “seguramente uma solução ganhadora” e um “projecto pioneiro para a Região Centro”.
Reportando-se ao segmento de saúde e bem-estar, Bernardo Trindade explicou que este segmento turístico “vai crescer oito por cento ao ano”.
“Quando chegámos ao Governo crescia a três por cento”, declarou, explicando que a “grande maioria das 156 novas unidades de quatro e cinco estrelas que foram inauguradas durante esta Legislatura já têm uma preocupação com a saúde e bem-estar”.
No final da visita ao complexo, o secretário de Estado do Turismo destacou ainda a componente de “qualidade” associada ao novo investimento: “Acho que este é o caminho que Portugal deve seguir e fico muito contente por sentir que os empresários perceberam a mensagem do Governo em assumir que Portugal não tem dimensão para ser massificado”, disse Bernardo Trindade.
Já o presidente do conselho geral do Grupo Lena, António Barroca, reconheceu que quando o projecto das termas de Monte Real foi assumido as “circunstâncias de conjuntura económica” eram “bem diferentes das dos dias de hoje”.
“Apesar de uma conjuntura económica actual, que nos apresenta um clima de confiança menos optimista do que então, nunca vacilámos quanto à importância e concretização deste projecto, bem como a importância que ele teria, não só para nós, mas para toda a região onde se insere”, sublinhou António Barroca.
Por seu turno, o presidente do conselho de administração da Lena Hotéis e Turismo, “holding” do Grupo Lena que detém doze hotéis e “resorts”, dois dos quais no Brasil, referiu que o projecto tem capacidade para receber, por ano, mais de dez mil clientes e “mais de 130 mil tratamentos/ano ao nível termal”.
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O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, defendeu na inauguração do Parque Termanl de Monte Real, no dia 6 de Junho, como “fundamental” o investimento dos empresários em tempos de crise, considerando que isso revela confiança no país.
“É fundamental, sobretudo porque quem cria riqueza são os empresários, mas a circunstância de investirem em Portugal é porque têm confiança no seu país”, afirmou Bernardo Trindade no final da inauguração do Parque Termal de Monte Real, um investimento de 27 milhões de euros do Grupo Lena.
O governante, reempossado nesse dia, sublinhou que a obra, que contempla uma unidade hoteleira de quatro estrelas, uma área de termalismo e outra de bem-estar, é “seguramente uma solução ganhadora” e um “projecto pioneiro para a Região Centro”.
Reportando-se ao segmento de saúde e bem-estar, Bernardo Trindade explicou que este segmento turístico “vai crescer oito por cento ao ano”.
“Quando chegámos ao Governo crescia a três por cento”, declarou, explicando que a “grande maioria das 156 novas unidades de quatro e cinco estrelas que foram inauguradas durante esta Legislatura já têm uma preocupação com a saúde e bem-estar”.
No final da visita ao complexo, o secretário de Estado do Turismo destacou ainda a componente de “qualidade” associada ao novo investimento: “Acho que este é o caminho que Portugal deve seguir e fico muito contente por sentir que os empresários perceberam a mensagem do Governo em assumir que Portugal não tem dimensão para ser massificado”, disse Bernardo Trindade.
Já o presidente do conselho geral do Grupo Lena, António Barroca, reconheceu que quando o projecto das termas de Monte Real foi assumido as “circunstâncias de conjuntura económica” eram “bem diferentes das dos dias de hoje”.
“Apesar de uma conjuntura económica actual, que nos apresenta um clima de confiança menos optimista do que então, nunca vacilámos quanto à importância e concretização deste projecto, bem como a importância que ele teria, não só para nós, mas para toda a região onde se insere”, sublinhou António Barroca.
Por seu turno, o presidente do conselho de administração da Lena Hotéis e Turismo, “holding” do Grupo Lena que detém doze hotéis e “resorts”, dois dos quais no Brasil, referiu que o projecto tem capacidade para receber, por ano, mais de dez mil clientes e “mais de 130 mil tratamentos/ano ao nível termal”.