O Cachimbo de Magritte: Do dever patriótico de não acirrar ódios contra o governo da nação

05-08-2010
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Trata-se do manifesto de um cidadão indignado.Comovente.O opróbrio causador do cívico grito, porque sufoca de raiva amorosa qualquer patriota digno desse nome, vem de um certo Barreto - criatura infrene na maledicência daqueles que, na solidão do Serviço aos outros e na sombra da modéstia que governa, trabalham incansáveis por ti, por mim, pela comunidade toda e ainda têm de arrostar com o veneno cuspido por tal gente "desvairada" no seu "ressentimento narcísico" e que só é capaz de produzir uma "bosta disfuncional", "desonesta", "grosseira", "chocante" e "nojenta" - que "não deve ser esquecida nem perdoada". (Temos de compreender que o patriotismo autêntico das gentes simples apresenta por vezes estes paroxismos de sinceridade contra os que renegam o torrão pátrio e mordem mesmo a mão caridosa que os alimenta e dirige.)Esse tal Barreto, mestre em "retóricas maníacas e pérfidas", que não respeita nada nem ninguém, atrevendo-se a "abandalhar" um egrégio documento educativo emanado do governo vigilante da nação, pretende somente, como "incendiário emocional" que é, aproveitar aos sabotadores "corporativamente mais bélicos" e apanhar os incautos ("cognitivamente mais frágeis") na sua malha de estéril malícia, não tentando nunca, como lhe imporiam os imperativos do amor pátrio, "levar as partes ao diálogo, ao entendimento, ao compromisso", mas só busca a dissensão entre os Portugueses e o seu governo (chefiado este com mão firme e olhar decidido por aquele que nos aponta um rápido carril até à saída do túnel) - só persegue, enfim, o nefando Barreto, a desavença entre irmãos, não cuidando de os unir num abraço de costas voltadas para o bota-abaixismo e para o pessimismo ('...que não cria postos de trabalho' - aforismo 32 do senhor primeiro-ministro). São estas as doenças que afectam a vontade dos povos, inoculadas no insulto pelos vende-pátrias nunca assaz malhados, como é o caso desse Barreto.Só um "decadente publicista", ao serviço sabe-se lá de que forças negras e ocultas, se dedicaria a aplicar "golpes baixos", numa palavra, a insultar "essa honrada e corajosa portuguesa de nome Maria de Lurdes Rodrigues" - e dizemo-lo com unção!É um exemplo de indignação cívica que te convido então a ler, ó leitor reverente e agradecido. Ei-lo!


Trata-se do manifesto de um cidadão indignado.Comovente.O opróbrio causador do cívico grito, porque sufoca de raiva amorosa qualquer patriota digno desse nome, vem de um certo Barreto - criatura infrene na maledicência daqueles que, na solidão do Serviço aos outros e na sombra da modéstia que governa, trabalham incansáveis por ti, por mim, pela comunidade toda e ainda têm de arrostar com o veneno cuspido por tal gente "desvairada" no seu "ressentimento narcísico" e que só é capaz de produzir uma "bosta disfuncional", "desonesta", "grosseira", "chocante" e "nojenta" - que "não deve ser esquecida nem perdoada". (Temos de compreender que o patriotismo autêntico das gentes simples apresenta por vezes estes paroxismos de sinceridade contra os que renegam o torrão pátrio e mordem mesmo a mão caridosa que os alimenta e dirige.)Esse tal Barreto, mestre em "retóricas maníacas e pérfidas", que não respeita nada nem ninguém, atrevendo-se a "abandalhar" um egrégio documento educativo emanado do governo vigilante da nação, pretende somente, como "incendiário emocional" que é, aproveitar aos sabotadores "corporativamente mais bélicos" e apanhar os incautos ("cognitivamente mais frágeis") na sua malha de estéril malícia, não tentando nunca, como lhe imporiam os imperativos do amor pátrio, "levar as partes ao diálogo, ao entendimento, ao compromisso", mas só busca a dissensão entre os Portugueses e o seu governo (chefiado este com mão firme e olhar decidido por aquele que nos aponta um rápido carril até à saída do túnel) - só persegue, enfim, o nefando Barreto, a desavença entre irmãos, não cuidando de os unir num abraço de costas voltadas para o bota-abaixismo e para o pessimismo ('...que não cria postos de trabalho' - aforismo 32 do senhor primeiro-ministro). São estas as doenças que afectam a vontade dos povos, inoculadas no insulto pelos vende-pátrias nunca assaz malhados, como é o caso desse Barreto.Só um "decadente publicista", ao serviço sabe-se lá de que forças negras e ocultas, se dedicaria a aplicar "golpes baixos", numa palavra, a insultar "essa honrada e corajosa portuguesa de nome Maria de Lurdes Rodrigues" - e dizemo-lo com unção!É um exemplo de indignação cívica que te convido então a ler, ó leitor reverente e agradecido. Ei-lo!

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