Mota Soares fazia um balanço sobre o trabalho da bancada parlamentar do seu partido relativamente à primeira e segunda sessões legislativas em que os democratas-cristãos apresentaram 391 iniciativas parlamentares, 267 na primeira sessão e 124 na actual.
O líder da bancada empenhou-se em evidenciar a marca do CDS nas propostas relativamente a matérias como pensionistas, código contributivo, BPN, combustíveis e Rendimento Social de Inserção ou leis penais.
Aplaudida com muito entusiasmo, a intervenção do líder parlamentar quis também marcar a diferença em relação ao PSD sobre fiscalidade. “Não foi com o nosso voto que foi aprovado este esbulho fiscal. Não tivemos de vir às televisões pedir desculpa e depois na Assembleia votar em sentido contrário”, disparou Mota Soares.
O deputado assestou baterias para o PS para denunciar os gastos supérfluos que o Governo “fez e continua a fazer”. “Foi preciso haver uma denúncia muito clara sobre os gastos excessivos supérfluos que o Estado faz, que as empresas públicas fazem. Não nos esquecemos, ao contrário de outros, em gestores públicos e em remunerações com esses mesmos gestores públicos”. Depois o ataque foi para o clientelismo. Mota Soares destacou que “foi preciso a voz forte do CDS para denunciar que o Governo continua a nomear ‘jobs for the boys’”.
Com o PEC IV na ordem do dia, o líder da bancada puxou pela questão do congelamento das pensões mínimas para decretar: “os pensionistas não podem ser os primeiros a pagar a crise deste Governo”. Os congressistas responderam com uma enorme salva de palmas.
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Mota Soares fazia um balanço sobre o trabalho da bancada parlamentar do seu partido relativamente à primeira e segunda sessões legislativas em que os democratas-cristãos apresentaram 391 iniciativas parlamentares, 267 na primeira sessão e 124 na actual.
O líder da bancada empenhou-se em evidenciar a marca do CDS nas propostas relativamente a matérias como pensionistas, código contributivo, BPN, combustíveis e Rendimento Social de Inserção ou leis penais.
Aplaudida com muito entusiasmo, a intervenção do líder parlamentar quis também marcar a diferença em relação ao PSD sobre fiscalidade. “Não foi com o nosso voto que foi aprovado este esbulho fiscal. Não tivemos de vir às televisões pedir desculpa e depois na Assembleia votar em sentido contrário”, disparou Mota Soares.
O deputado assestou baterias para o PS para denunciar os gastos supérfluos que o Governo “fez e continua a fazer”. “Foi preciso haver uma denúncia muito clara sobre os gastos excessivos supérfluos que o Estado faz, que as empresas públicas fazem. Não nos esquecemos, ao contrário de outros, em gestores públicos e em remunerações com esses mesmos gestores públicos”. Depois o ataque foi para o clientelismo. Mota Soares destacou que “foi preciso a voz forte do CDS para denunciar que o Governo continua a nomear ‘jobs for the boys’”.
Com o PEC IV na ordem do dia, o líder da bancada puxou pela questão do congelamento das pensões mínimas para decretar: “os pensionistas não podem ser os primeiros a pagar a crise deste Governo”. Os congressistas responderam com uma enorme salva de palmas.