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29-01-2011
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A "vitória da verdade sobre a calúnia", segundo Cavaco Silva SAPO, há 5 dias

Com as primeiras projecções a darem a vitória à primeira volta a Aníbal Cavaco Silva, o Centro Cultural de Belém preparou-se para receber o Presidente candidato. Chegaram figuras de peso: Manuela Ferreira Leite, Leonor Beleza ou Eunice Muñoz. Juntaram-se a outros nomes da Comissão de Honra como Simone de Oliveira e da Comissão Política como Assunção Cristas ou Telmo Correia. Passos Coelho e Paulo Portas não marcaram presença.

O ambiente ainda estava morno, com algumas dezenas de apoiantes que se foram juntando no átrio do Centro Cultural de Belém (CCB). A festa à porta do CCB, tal como aconteceu há cinco anos, ficou sem efeito devido às baixas temperaturas. Seria uma varanda interior, com vista para o átrio do CCB, que receberia as palavras de Cavaco Silva aos apoiantes. Antes, o discurso oficial de vitória. Com o resultado garantido, Cavaco Silva chegou ao CCB por volta das 22h30 onde o agurdava uma sala de imprensa cheia. As primeiras palavras foram de agradecimento àqueles que não se “alhearam do futuro” indo votar. Cavaco lembrou também o emprenho dos apoios partidários – PSD, CDS-PP e MEP – e não esqueceu aqueles que por questões “burocráticas” não puderam votar. Mas as palavras mais fortes estavam guardadas para os adversários, a quem acusou de levarem avante uma “campanha de calúnias”, afirmando que foi o “povo que democraticamente os derrotou”. Cavaco Silva abriu ainda uma janela para o segundo mandato, prometendo ser um “referencial de segurança” mas não deixou de dizer que não vai abdicar dos poderes que a constituição confere. A vitória foi dedicada aos jovens, o “futuro da nossa pátria”, disse Cavaco Silva, mas jovens havia poucos na sala de imprensa. Alguns esperavam Cavaco Silva no átrio doo CCB, gritando palavras de ordem como “O País fica bem com Cavaco em Belém”.Cavaco apareceu à varanda, sob aplausos e com bandeiras no ar, e agradeceu a vitória, reforçando a ideia de que esta foi uma campanha que tentou denegrir a sua imagem.Cavaco Silva desafiou mesmo os jornalistas a denunciarem os nomes daqueles que, disse Cavaco, tentaram enegrecer a sua reputação. Ao lado de Maria Cavaco Silva, de João Lobo Antunes, seu mandatário nacional, dos filhos e dos netos, Cavaco Silva saudou os apoiantes mas não respondeu aos apelos de "salta Cavaco, salta Cavaco, olé olé". A neta insistiu, mas nem assim. Cavaco deixou a varanda do CCB com sorriso nos lábios, ao som do hino nacional. 52,94% dos votos eram seus. A festa continuou apenas por alguns minutos até todos rumarem a casa numa noite gelada para todos os candidatos, excepto para Cavaco Silva. @Vera Moutinho + Da varanda interior do CCB, um discurso para os apoiantes+ Cavaco agradece aos portugueses que lhe deram vitória "tão expressiva"+ Apoiantes enfrentam frio e apoiam Cavaco no CCB+ Portugueses deram "novo cartão encarnado ao governo", diz Assunção Cristas+ Vencedor não sairá "beliscado" pela abstenção, diz Luís Palha

A "vitória da verdade sobre a calúnia", segundo Cavaco Silva SAPO, há 5 dias

Com as primeiras projecções a darem a vitória à primeira volta a Aníbal Cavaco Silva, o Centro Cultural de Belém preparou-se para receber o Presidente candidato. Chegaram figuras de peso: Manuela Ferreira Leite, Leonor Beleza ou Eunice Muñoz. Juntaram-se a outros nomes da Comissão de Honra como Simone de Oliveira e da Comissão Política como Assunção Cristas ou Telmo Correia. Passos Coelho e Paulo Portas não marcaram presença.

O ambiente ainda estava morno, com algumas dezenas de apoiantes que se foram juntando no átrio do Centro Cultural de Belém (CCB). A festa à porta do CCB, tal como aconteceu há cinco anos, ficou sem efeito devido às baixas temperaturas. Seria uma varanda interior, com vista para o átrio do CCB, que receberia as palavras de Cavaco Silva aos apoiantes. Antes, o discurso oficial de vitória. Com o resultado garantido, Cavaco Silva chegou ao CCB por volta das 22h30 onde o agurdava uma sala de imprensa cheia. As primeiras palavras foram de agradecimento àqueles que não se “alhearam do futuro” indo votar. Cavaco lembrou também o emprenho dos apoios partidários – PSD, CDS-PP e MEP – e não esqueceu aqueles que por questões “burocráticas” não puderam votar. Mas as palavras mais fortes estavam guardadas para os adversários, a quem acusou de levarem avante uma “campanha de calúnias”, afirmando que foi o “povo que democraticamente os derrotou”. Cavaco Silva abriu ainda uma janela para o segundo mandato, prometendo ser um “referencial de segurança” mas não deixou de dizer que não vai abdicar dos poderes que a constituição confere. A vitória foi dedicada aos jovens, o “futuro da nossa pátria”, disse Cavaco Silva, mas jovens havia poucos na sala de imprensa. Alguns esperavam Cavaco Silva no átrio doo CCB, gritando palavras de ordem como “O País fica bem com Cavaco em Belém”.Cavaco apareceu à varanda, sob aplausos e com bandeiras no ar, e agradeceu a vitória, reforçando a ideia de que esta foi uma campanha que tentou denegrir a sua imagem.Cavaco Silva desafiou mesmo os jornalistas a denunciarem os nomes daqueles que, disse Cavaco, tentaram enegrecer a sua reputação. Ao lado de Maria Cavaco Silva, de João Lobo Antunes, seu mandatário nacional, dos filhos e dos netos, Cavaco Silva saudou os apoiantes mas não respondeu aos apelos de "salta Cavaco, salta Cavaco, olé olé". A neta insistiu, mas nem assim. Cavaco deixou a varanda do CCB com sorriso nos lábios, ao som do hino nacional. 52,94% dos votos eram seus. A festa continuou apenas por alguns minutos até todos rumarem a casa numa noite gelada para todos os candidatos, excepto para Cavaco Silva. @Vera Moutinho + Da varanda interior do CCB, um discurso para os apoiantes+ Cavaco agradece aos portugueses que lhe deram vitória "tão expressiva"+ Apoiantes enfrentam frio e apoiam Cavaco no CCB+ Portugueses deram "novo cartão encarnado ao governo", diz Assunção Cristas+ Vencedor não sairá "beliscado" pela abstenção, diz Luís Palha

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