Blogue Aduaneiro, Alfândegas, Customs, Douanes, Aduanas, Comércio Mundial, Import-Export: Victor Constâncio, ligado à esquerda? Quem disse…?

01-06-2010
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Caro MJ,Não se deve brincar com coisas sérias, nem este blogue está vocacionado para anedotas de mau gosto, algum humor ainda se tolera, diria até, que é saudável e relaxante no meio de tantos assuntos sérios, mas por vezes bastante densos e maçudos.Agora a sério:Não é um facto, que o Governador do Banco de Portugal foi incompetente na sua missão como Governado do Banco de Portugal? Ex: regulação do sistema bancário português, BPN, BPP e BCP?Um homem que teve a desfaçatez de apresentar como única solução para o país (ainda como Governador do BP), baixar salários e aumentar impostos, é-lhe reconhecido valor suficiente para ser vice-presidente do BCE?Todos sabemos que o Dr. Victor Constâncio foi eleito para vice-presidente do BCE, não pelos seus méritos (muito menos por ser de esquerda, pois se fosse nunca lá chegaria), mas sim pelo pela “mãozinha” de alguns “padrinhos”. Os “favores” foram recompensados.Agora, no BCE a sua habitual postura, mantém-se. Tenho que reconhecer que é um “servo” leal.De acordo com a Lusa, Didier Renders disse à agência de notícias belga ter "constatado um acordo entre vários grandes países" para apoiar o candidato português. "Lamento que muitas vezes seja este tipo de coisas que domina as discussões" e "deveria ter havido um debate sobre a qualidade das pessoas", declarou Renders. Jornal de Negócios Online A credibilidade das recomendações do Dr. Victor Constâncio é a mesma que merecem as das 3 grandes empreses de “rating” ou ainda as do sr, Simon Johnson, antigo economista chefe do FMI. Valem o que valem, na minha humilde opinião, não devem ser levadas em conta, pois não passam de recados “encomendados”.E termino com um parágrafo do livro “O IMPÉRIO DA VERGONHA” de Jean Ziegler: “Em primeiro lugar, bem-entendido, há que avaliar os efeitos redobrados de uma economia globalizada submetida à ditadura dos cosmocratas, dirigentes das principais empresas transcontinentais privadas do mundo. Para rentabilizar ao máximo e no tempo mais curto possível os seus capitais, os novos senhores feudais não precisam nem dos estados nem da ONU. Bastam-lhes a Organização Mundial do Comercio, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional: fizeram destas organizações os executores dóceis das suas estratégias. Ora, como eu já disse, os principais sujeitos do direito internacional são os estados, esses mesmos estados cujos poderes de soberania se derretem como neve ao sol no quadro da economia globalizada. […]”


Caro MJ,Não se deve brincar com coisas sérias, nem este blogue está vocacionado para anedotas de mau gosto, algum humor ainda se tolera, diria até, que é saudável e relaxante no meio de tantos assuntos sérios, mas por vezes bastante densos e maçudos.Agora a sério:Não é um facto, que o Governador do Banco de Portugal foi incompetente na sua missão como Governado do Banco de Portugal? Ex: regulação do sistema bancário português, BPN, BPP e BCP?Um homem que teve a desfaçatez de apresentar como única solução para o país (ainda como Governador do BP), baixar salários e aumentar impostos, é-lhe reconhecido valor suficiente para ser vice-presidente do BCE?Todos sabemos que o Dr. Victor Constâncio foi eleito para vice-presidente do BCE, não pelos seus méritos (muito menos por ser de esquerda, pois se fosse nunca lá chegaria), mas sim pelo pela “mãozinha” de alguns “padrinhos”. Os “favores” foram recompensados.Agora, no BCE a sua habitual postura, mantém-se. Tenho que reconhecer que é um “servo” leal.De acordo com a Lusa, Didier Renders disse à agência de notícias belga ter "constatado um acordo entre vários grandes países" para apoiar o candidato português. "Lamento que muitas vezes seja este tipo de coisas que domina as discussões" e "deveria ter havido um debate sobre a qualidade das pessoas", declarou Renders. Jornal de Negócios Online A credibilidade das recomendações do Dr. Victor Constâncio é a mesma que merecem as das 3 grandes empreses de “rating” ou ainda as do sr, Simon Johnson, antigo economista chefe do FMI. Valem o que valem, na minha humilde opinião, não devem ser levadas em conta, pois não passam de recados “encomendados”.E termino com um parágrafo do livro “O IMPÉRIO DA VERGONHA” de Jean Ziegler: “Em primeiro lugar, bem-entendido, há que avaliar os efeitos redobrados de uma economia globalizada submetida à ditadura dos cosmocratas, dirigentes das principais empresas transcontinentais privadas do mundo. Para rentabilizar ao máximo e no tempo mais curto possível os seus capitais, os novos senhores feudais não precisam nem dos estados nem da ONU. Bastam-lhes a Organização Mundial do Comercio, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional: fizeram destas organizações os executores dóceis das suas estratégias. Ora, como eu já disse, os principais sujeitos do direito internacional são os estados, esses mesmos estados cujos poderes de soberania se derretem como neve ao sol no quadro da economia globalizada. […]”

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