PALAVROSSAVRVS REX: MEDIÁTICA PRESSÃO PARA INQUIRIR

28-05-2010
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Scène de sacrifice. À droite le célébrant revêtu de la toge en a rabattu un pan sur sa tête selon l'usage religieux. L'homme qui le suit porte la toge normalement, épaule droite libre. Como não poderia deixar de ser, o 'inquérito' sobre as "pressões" será aberto pelo CSMP. Pode até ser conclusivo. Mas o problema é que o conceito de 'inquérito' em português já assumiu um outro conteúdo semântico e quer dizer oblívio, desaparecimento da ordem do dia, 'dar em nada', irresponsabilização. A Opinião Pública não precisa de inquéritos para apurar o que se tem passado. É claro quem pressiona, como e porquê. É típico não dar em nada ou dar no habitual arquivamento branqueador: «O Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) decidiu por unanimidade instaurar um inquérito para apurar a eventual existência de pressões aos dois dois procuradores titulares do processo Freeport, Vítor Magalhães e Paes Faria, nomeadamente, por parte do presidente do Eurojust, o procurador-geral adjunto Lopes da Mota, que tem recusado as imputações.»


Scène de sacrifice. À droite le célébrant revêtu de la toge en a rabattu un pan sur sa tête selon l'usage religieux. L'homme qui le suit porte la toge normalement, épaule droite libre. Como não poderia deixar de ser, o 'inquérito' sobre as "pressões" será aberto pelo CSMP. Pode até ser conclusivo. Mas o problema é que o conceito de 'inquérito' em português já assumiu um outro conteúdo semântico e quer dizer oblívio, desaparecimento da ordem do dia, 'dar em nada', irresponsabilização. A Opinião Pública não precisa de inquéritos para apurar o que se tem passado. É claro quem pressiona, como e porquê. É típico não dar em nada ou dar no habitual arquivamento branqueador: «O Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) decidiu por unanimidade instaurar um inquérito para apurar a eventual existência de pressões aos dois dois procuradores titulares do processo Freeport, Vítor Magalhães e Paes Faria, nomeadamente, por parte do presidente do Eurojust, o procurador-geral adjunto Lopes da Mota, que tem recusado as imputações.»

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