Fiscalista, incansável na luta contra a corrupção e um homem que "não se levava demasiado a sério", são apenas algumas das marcadas deixadas por José Luís Saldanha Sanches, cujo livro que terminou dias antes de morrer foi ontem apresentado. Justiça Fiscal foi o tema escolhido por Saldanha Sanches naquela que foi a sua última obra publicada, já após o seu falecimento, para a Fundação Francisco Manuel dos Santos, que promoveu ontem uma sessão de homenagem e de apresentação desta obra, na Universidade Católica, em Lisboa.
António Barreto, presidente da Fundação, explicou que o convite foi endereçado por si e por António Araújo em Novembro ao fiscalista, que no início deste ano lhes comunicou que estava com "um problemazito" que o poderia atrasar.
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Fiscalista, incansável na luta contra a corrupção e um homem que "não se levava demasiado a sério", são apenas algumas das marcadas deixadas por José Luís Saldanha Sanches, cujo livro que terminou dias antes de morrer foi ontem apresentado. Justiça Fiscal foi o tema escolhido por Saldanha Sanches naquela que foi a sua última obra publicada, já após o seu falecimento, para a Fundação Francisco Manuel dos Santos, que promoveu ontem uma sessão de homenagem e de apresentação desta obra, na Universidade Católica, em Lisboa.
António Barreto, presidente da Fundação, explicou que o convite foi endereçado por si e por António Araújo em Novembro ao fiscalista, que no início deste ano lhes comunicou que estava com "um problemazito" que o poderia atrasar.