António de Almeida - 15.05.2008Já escrevi várias vezes, não sou militante do PSD, embora tenha votado neste partido em mais de 90% dos actos eleitorais que ocorreram desde 1985, a primeira vez que votei, logo não posso ficar de forma alguma indiferente ás eleições directas que se avizinham. Sendo certo que não votaria PSD nas eleições legislativas com a anterior liderança de Menezes, tal como não votei em 2005 quando se apresentou com Santana Lopes, voltaria a não votar caso os militantes escolhessem o retorno aos inenarráveis tempos do menino guerreiro. Também hesito entre a preferência por Manuela Ferreira Leite ou Passos Coelho, com a primeira temos credibilidade e coerência política é certo, mas não consigo vislumbrar grandes diferenças entre a senhora do défice e José Socrates, ambos são demasiado agarrados a lógicas aparelhistico-partidárias para desmantelarem o peso excessivo da sociedade, o que faz pender a minha inclinação para o discurso liberal de Passos Coelho, mas olhando com um pouco mais de atenção os apoios que tem recebido de Marco António, Barreiras Duarte e Agostinho Branquinho entre muitos outros Menezistas, e lendo um pouco melhor os seus discursos onde diz defender a saída do Estado da economia de forma gradual durante 10 anos mas mantendo a Saúde, Educação e não se comprometendo com qualquer reforma da administração, onde muitos dos seus novos apoiantes costumam parasitar a meias com outros parasitas cuja única diferença é possuirem cartão rosa e não laranja, tenho dúvidas se o liberalismo andará longe duma meretriz, sempre pronto a ser usado mas não recompensado.
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António de Almeida - 15.05.2008Já escrevi várias vezes, não sou militante do PSD, embora tenha votado neste partido em mais de 90% dos actos eleitorais que ocorreram desde 1985, a primeira vez que votei, logo não posso ficar de forma alguma indiferente ás eleições directas que se avizinham. Sendo certo que não votaria PSD nas eleições legislativas com a anterior liderança de Menezes, tal como não votei em 2005 quando se apresentou com Santana Lopes, voltaria a não votar caso os militantes escolhessem o retorno aos inenarráveis tempos do menino guerreiro. Também hesito entre a preferência por Manuela Ferreira Leite ou Passos Coelho, com a primeira temos credibilidade e coerência política é certo, mas não consigo vislumbrar grandes diferenças entre a senhora do défice e José Socrates, ambos são demasiado agarrados a lógicas aparelhistico-partidárias para desmantelarem o peso excessivo da sociedade, o que faz pender a minha inclinação para o discurso liberal de Passos Coelho, mas olhando com um pouco mais de atenção os apoios que tem recebido de Marco António, Barreiras Duarte e Agostinho Branquinho entre muitos outros Menezistas, e lendo um pouco melhor os seus discursos onde diz defender a saída do Estado da economia de forma gradual durante 10 anos mas mantendo a Saúde, Educação e não se comprometendo com qualquer reforma da administração, onde muitos dos seus novos apoiantes costumam parasitar a meias com outros parasitas cuja única diferença é possuirem cartão rosa e não laranja, tenho dúvidas se o liberalismo andará longe duma meretriz, sempre pronto a ser usado mas não recompensado.