Sondagens dão a vitória aos nacionalistas na Catalunha

23-11-2010
marcar artigo

Todas as sondagens divulgadas ontem dão a vitória aos nacionalistas da Convergência e União (CiU) nas eleições de 28 de Novembro na Catalunha. A uma semana da ida às urnas, quando existem 34,4 por cento de indecisos, a CiU não consegue a maioria absoluta no Parlament de 135 deputados mas o seu cabeça de lista, Artur Mas, é o líder mais avaliado pelos catalães.

Os inquéritos dos diários El País, La Vanguardia, El Mundo e ABC são unânimes: afastados do poder desde 2003 - pelos socialistas Pasqual Maragall e José Montilla -, embora tenham sido a formação mais votada e com maior número de deputados, os "convergentes" de Mas regressam ao poder. Em média, os estudos de opinião atribuem-lhes de 60 a 64 deputados, um aumento entre 12 e 16 parlamentares. Um resultado que não permite a maioria absoluta, mas que augura uns duros últimos dias de campanha para alcançar a mais cómoda maioria possível para governar.

Em contrapartida, os socialistas correm o risco de ficar abaixo dos 30 deputados, o patamar mínimo colocado pelo seu candidato e actual presidente da Generalitat, José Montilla. A queda da intenção de voto coloca o PSC pouco acima dos 20 por cento de intenções de voto. Esta quebra, somada às que afectam a Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) e os comunistas da ICV, traduz o profundo desencanto da sociedade catalã com quem os governou desde 2003: o denominado "tripartido" iniciado por Maragall, com o Executivo colocado à esquerda. Sete anos depois, a soma de socialistas, ERC e comunistas é insuficiente para disputar o Palau da Generalitat - a sede do Executivo - aos nacionalistas da CiU. Se a queda do voto socialista é importante, o resultado dos republicanos é um verdadeiro desastre: perdem entre dez e 13 deputados e não conseguem o objectivo de serem a terceira força política.

Este lugar parece ao alcance do Partido Popular (PP), que mantém o seu eleitorado. A plataforma Ciutadans e o movimento Solidaritat Catalana per la Independência, do antigo presidente do Futebol Clube Barcelona, Joan Laporta, deverão eleger deputados.

Todas as sondagens divulgadas ontem dão a vitória aos nacionalistas da Convergência e União (CiU) nas eleições de 28 de Novembro na Catalunha. A uma semana da ida às urnas, quando existem 34,4 por cento de indecisos, a CiU não consegue a maioria absoluta no Parlament de 135 deputados mas o seu cabeça de lista, Artur Mas, é o líder mais avaliado pelos catalães.

Os inquéritos dos diários El País, La Vanguardia, El Mundo e ABC são unânimes: afastados do poder desde 2003 - pelos socialistas Pasqual Maragall e José Montilla -, embora tenham sido a formação mais votada e com maior número de deputados, os "convergentes" de Mas regressam ao poder. Em média, os estudos de opinião atribuem-lhes de 60 a 64 deputados, um aumento entre 12 e 16 parlamentares. Um resultado que não permite a maioria absoluta, mas que augura uns duros últimos dias de campanha para alcançar a mais cómoda maioria possível para governar.

Em contrapartida, os socialistas correm o risco de ficar abaixo dos 30 deputados, o patamar mínimo colocado pelo seu candidato e actual presidente da Generalitat, José Montilla. A queda da intenção de voto coloca o PSC pouco acima dos 20 por cento de intenções de voto. Esta quebra, somada às que afectam a Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) e os comunistas da ICV, traduz o profundo desencanto da sociedade catalã com quem os governou desde 2003: o denominado "tripartido" iniciado por Maragall, com o Executivo colocado à esquerda. Sete anos depois, a soma de socialistas, ERC e comunistas é insuficiente para disputar o Palau da Generalitat - a sede do Executivo - aos nacionalistas da CiU. Se a queda do voto socialista é importante, o resultado dos republicanos é um verdadeiro desastre: perdem entre dez e 13 deputados e não conseguem o objectivo de serem a terceira força política.

Este lugar parece ao alcance do Partido Popular (PP), que mantém o seu eleitorado. A plataforma Ciutadans e o movimento Solidaritat Catalana per la Independência, do antigo presidente do Futebol Clube Barcelona, Joan Laporta, deverão eleger deputados.

marcar artigo