Subterrâneo da Liberdade

03-08-2011
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A CDU a

crescer!

Sessão Pública em

Famalicão

Centenas de apoiantes estiveram

ontem na Sessão Pública da CDU, em Famalicão, em que intervieram o candidato

Carlos Azevedo, também eleito na Assembleia Municipal de Famalicão e o cabeça de

lista da CDU, Agostinho Lopes.

Depois de uma animada festa com o

Grupo Cantares da Terra, os candidatos subiram ao palco para relembrar a

necessidade e a importância do voto na CDU.

Carlos Azevedo, que foi eleito na

Assembleia de Freguesia de Vermoím, lembrou que “o que está em causa nestas

eleições é decidir entre os três PS, PSD e CDS que assinaram o acordo com a

Troika do FMI, UE e BCE, e que portanto têm o mesmo programa, defendem as mesmas

ideias e farão a mesma política, e do outro lado a CDU, a força protagonista de

um projecto alternativo, sustentado na recusa dessa submissão nacional que

representou a ingerência do FMI e da UE em Portugal, e na defesa da soberania

nacional”.

O cabeça de lista da CDU encerrou o

comício lembrando a obra que a CDU tem na defesa das populações de Famalicão.

“Foi a CDU” afirmou, “e não PS ou PSD que apresentou um Projecto de Resolução

sobre a VIM, e que depois o CDS veio a copiar. E que, em dois Orçamentos de

Estado propôs a sua requalificação, que os outro chumbaram. Foi a CDU que

defendeu a indústria têxtil, contra a abertura das fronteiras sem qualquer

controlo ou taxas aduaneiras. Foi a CDU que defendeu a co-geração, produção de

energia a partir da actividade industrial, que o PS queria eliminar, o que seria

desgraçado para as empresas, e designadamente as empresas do sector têxtil.”

Animado pelo apoio popular crescente

qO candidato da Coligação PCP-PEV lembrou ainda “o compromisso de defender a

construção da Variante Famalicão-Trofa, proposta já apresentada por diversas

vezes no Orçamento de Estado, mas sempre recusada pelo PS e PSD.”

O deputado da CDU desafiou os

presentes a questionarem-se sobre duas coisas essenciais. “A primeira é como é

que foi possível o país chegar a este estado. Depois de 50 mil milhões de fundos

da União Europeia, de 35 mil milhões de euros de privatizações, como é possível

estejamos nesta situação difícil a que chegamos?” E pediu para que as pessoas se

lembrem que nem todos estão em dificuldades. Que “Os bancos, os grandes grupos

económicos, os Belmiros de Azevedo e os Américos Amorins, e uns tantos outros,

esses estão bem. Acumularam riqueza e bem estar à custa da maioria.”

A segunda questão é a de saber “quem

são os responsáveis por esta situação. E devemos perguntar-nos se os que sempre

lutaram contra os baixos salários, contra o desemprego, contra os cortes nos

apoios sociais são responsáveis ou se são o PS, PSD e CDS que têm insistido

nessas políticas e caminhos”.

“Quando respondermos a estas

perguntas veremos que o que está em causa nestas eleições é castigar os

responsáveis e mudar de políticas. È que o País já não aguenta”, concluiu.

A CDU a

crescer!

Sessão Pública em

Famalicão

Centenas de apoiantes estiveram

ontem na Sessão Pública da CDU, em Famalicão, em que intervieram o candidato

Carlos Azevedo, também eleito na Assembleia Municipal de Famalicão e o cabeça de

lista da CDU, Agostinho Lopes.

Depois de uma animada festa com o

Grupo Cantares da Terra, os candidatos subiram ao palco para relembrar a

necessidade e a importância do voto na CDU.

Carlos Azevedo, que foi eleito na

Assembleia de Freguesia de Vermoím, lembrou que “o que está em causa nestas

eleições é decidir entre os três PS, PSD e CDS que assinaram o acordo com a

Troika do FMI, UE e BCE, e que portanto têm o mesmo programa, defendem as mesmas

ideias e farão a mesma política, e do outro lado a CDU, a força protagonista de

um projecto alternativo, sustentado na recusa dessa submissão nacional que

representou a ingerência do FMI e da UE em Portugal, e na defesa da soberania

nacional”.

O cabeça de lista da CDU encerrou o

comício lembrando a obra que a CDU tem na defesa das populações de Famalicão.

“Foi a CDU” afirmou, “e não PS ou PSD que apresentou um Projecto de Resolução

sobre a VIM, e que depois o CDS veio a copiar. E que, em dois Orçamentos de

Estado propôs a sua requalificação, que os outro chumbaram. Foi a CDU que

defendeu a indústria têxtil, contra a abertura das fronteiras sem qualquer

controlo ou taxas aduaneiras. Foi a CDU que defendeu a co-geração, produção de

energia a partir da actividade industrial, que o PS queria eliminar, o que seria

desgraçado para as empresas, e designadamente as empresas do sector têxtil.”

Animado pelo apoio popular crescente

qO candidato da Coligação PCP-PEV lembrou ainda “o compromisso de defender a

construção da Variante Famalicão-Trofa, proposta já apresentada por diversas

vezes no Orçamento de Estado, mas sempre recusada pelo PS e PSD.”

O deputado da CDU desafiou os

presentes a questionarem-se sobre duas coisas essenciais. “A primeira é como é

que foi possível o país chegar a este estado. Depois de 50 mil milhões de fundos

da União Europeia, de 35 mil milhões de euros de privatizações, como é possível

estejamos nesta situação difícil a que chegamos?” E pediu para que as pessoas se

lembrem que nem todos estão em dificuldades. Que “Os bancos, os grandes grupos

económicos, os Belmiros de Azevedo e os Américos Amorins, e uns tantos outros,

esses estão bem. Acumularam riqueza e bem estar à custa da maioria.”

A segunda questão é a de saber “quem

são os responsáveis por esta situação. E devemos perguntar-nos se os que sempre

lutaram contra os baixos salários, contra o desemprego, contra os cortes nos

apoios sociais são responsáveis ou se são o PS, PSD e CDS que têm insistido

nessas políticas e caminhos”.

“Quando respondermos a estas

perguntas veremos que o que está em causa nestas eleições é castigar os

responsáveis e mudar de políticas. È que o País já não aguenta”, concluiu.

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