Segundo o comunicado do Ministério das Finanças, este é o saldo provisório da Administração Pública comparável com o objectivo do Governo para o total do ano.
O Executivo prevê que este ano o défice em contabilidade pública fique em 5.093 milhões de euros, o equivalente a 2,8% do PIB. Em contabilidade nacional - o critério que interessa para Bruxelas - a meta é de 2,7% do PIB.
O défice para o conjunto do ano reflecte as contas de todas as entidades, incluindo as mais de 260 que entraram pela primeira vez nas contas públicas este ano.
Sem estas entidades, o défice ficava em 3.783 milhões de euros, o que corresponde a uma melhoria de 392 milhões de euros face ao ano anterior.
A receita fiscal do Estado em Junho cresceu 3,8%, o equivalente a 645,5 milhões de euros. "Esta evolução consolida a tendência de crescimento da receita fiscal iniciada em
2013. A receita líquida dos impostos directos está em linha com o mesmo período de 2014 (0,9%). Por sua vez, a receita líquida acumulada dos impostos indiretos aumentou 6,1%, com especial destaque para o desempenho da receita líquida do IVA, assim como do ISV, do ISP e do IUC", revela o comunicado.
Do lado da despesa, o Ministério das Finanças revela um cresciento homólogo de 2,4% na Administração Central. O ministério volta a identificar os mesmos motivos para a evolução do da despesa: os encragos com as parcerias público-privadas, os juros com encargos da dívida pública e a despesa com aquisição de bens e serviços na área da saúde.
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Segundo o comunicado do Ministério das Finanças, este é o saldo provisório da Administração Pública comparável com o objectivo do Governo para o total do ano.
O Executivo prevê que este ano o défice em contabilidade pública fique em 5.093 milhões de euros, o equivalente a 2,8% do PIB. Em contabilidade nacional - o critério que interessa para Bruxelas - a meta é de 2,7% do PIB.
O défice para o conjunto do ano reflecte as contas de todas as entidades, incluindo as mais de 260 que entraram pela primeira vez nas contas públicas este ano.
Sem estas entidades, o défice ficava em 3.783 milhões de euros, o que corresponde a uma melhoria de 392 milhões de euros face ao ano anterior.
A receita fiscal do Estado em Junho cresceu 3,8%, o equivalente a 645,5 milhões de euros. "Esta evolução consolida a tendência de crescimento da receita fiscal iniciada em
2013. A receita líquida dos impostos directos está em linha com o mesmo período de 2014 (0,9%). Por sua vez, a receita líquida acumulada dos impostos indiretos aumentou 6,1%, com especial destaque para o desempenho da receita líquida do IVA, assim como do ISV, do ISP e do IUC", revela o comunicado.
Do lado da despesa, o Ministério das Finanças revela um cresciento homólogo de 2,4% na Administração Central. O ministério volta a identificar os mesmos motivos para a evolução do da despesa: os encragos com as parcerias público-privadas, os juros com encargos da dívida pública e a despesa com aquisição de bens e serviços na área da saúde.