Os principais índices de acções dos dois lados do Atlântico somaram ontem a terceira sessão consecutiva de perdas, numa semana que está a ser focada na divulgação de contas de algumas das grandes cotadas mundiais, após o acalmar da crise da Grécia. As notícias desse âmbito que têm surgido ao longo da semana nos EUA não têm sido as melhores. A Apple, Microsoft e Yahoo, cujos resultados e estimativas para o resto do ano foram apresentados na terça-feira depois do fecho de Wall Street decepcionaram os investidores. Já ontem era a vez dos resultados da 3M e da Catterpillar seguirem a mesma tendência. Estes resultados estão a ter impacto negativo nos respectivos títulos e a ter impacto no comportamento dos índices. No acumulado da semana, o Dow Jones recua 1,8%, enquanto o Nasdaq desliza 1%, no mesmo período.
Do lado de cá do Atlântico, a divulgação de contas também tem marcado a agenda dos investidores nos últimos dias. Algumas empresas se têm destacado pela positiva. Foi o que aconteceu com o Credit Suisse ou a Unilever. "A época de resultados está em marcha e as indicações iniciais são positivas", disse ontem Robert Parkes, estrategista de acções no HSBC. Essas boas notícias não são, contudo, suficientes para oferecer ganhos às acções europeias na semana. O Stoxx Europe 600 - índice que agrega as 600 maiores capitalizações europeias recua 1,9& nos últimos quatro dias. A queda dos títulos do sector do petróleo e gás, ajudam a suportar esse comportamento negativo, numa semana em que as cotações da matéria-prima voltaram a estar sob pressão. O crude transaccionado em Nova Iorque voltou a cair em terreno de ‘bear' market' ao cair 21% face ao máximo de Junho, cotando 48, 68 dólares. Na semana, o índice Stoxx 600 Oil&Gas recua 3,25%.
O PSI 20 também segue no vermelho, a perder 0,69%, para os 5.825 pontos.
Por cá, a semana também fica marcada pelo arranque da época de resultados, papel que coube à Impresa. A empresa de media divulgou ontem, após o fecho do mercado, uma quebra de 88,7% dos seus lucros nos primeiros seis meses do ano, para os 672,6 mil euros. Segunda-feira cabe ao BCP inaugurar a apresentação de contas do sector financeiro. O BCP é um dos títulos que mais pesa no desempenho negativo do índice. As suas acções recuam 4,63% na semana em que o Grupo Violas, que é o maior accionista português do BPI, mostrou a sua oposição à fusão do BCP e do BPI. O BPIfigura também entre as maiores perdas da semana: 3,93%. Em alta, de salientar a Jerónimo Martins que acelera 5%.
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Os principais índices de acções dos dois lados do Atlântico somaram ontem a terceira sessão consecutiva de perdas, numa semana que está a ser focada na divulgação de contas de algumas das grandes cotadas mundiais, após o acalmar da crise da Grécia. As notícias desse âmbito que têm surgido ao longo da semana nos EUA não têm sido as melhores. A Apple, Microsoft e Yahoo, cujos resultados e estimativas para o resto do ano foram apresentados na terça-feira depois do fecho de Wall Street decepcionaram os investidores. Já ontem era a vez dos resultados da 3M e da Catterpillar seguirem a mesma tendência. Estes resultados estão a ter impacto negativo nos respectivos títulos e a ter impacto no comportamento dos índices. No acumulado da semana, o Dow Jones recua 1,8%, enquanto o Nasdaq desliza 1%, no mesmo período.
Do lado de cá do Atlântico, a divulgação de contas também tem marcado a agenda dos investidores nos últimos dias. Algumas empresas se têm destacado pela positiva. Foi o que aconteceu com o Credit Suisse ou a Unilever. "A época de resultados está em marcha e as indicações iniciais são positivas", disse ontem Robert Parkes, estrategista de acções no HSBC. Essas boas notícias não são, contudo, suficientes para oferecer ganhos às acções europeias na semana. O Stoxx Europe 600 - índice que agrega as 600 maiores capitalizações europeias recua 1,9& nos últimos quatro dias. A queda dos títulos do sector do petróleo e gás, ajudam a suportar esse comportamento negativo, numa semana em que as cotações da matéria-prima voltaram a estar sob pressão. O crude transaccionado em Nova Iorque voltou a cair em terreno de ‘bear' market' ao cair 21% face ao máximo de Junho, cotando 48, 68 dólares. Na semana, o índice Stoxx 600 Oil&Gas recua 3,25%.
O PSI 20 também segue no vermelho, a perder 0,69%, para os 5.825 pontos.
Por cá, a semana também fica marcada pelo arranque da época de resultados, papel que coube à Impresa. A empresa de media divulgou ontem, após o fecho do mercado, uma quebra de 88,7% dos seus lucros nos primeiros seis meses do ano, para os 672,6 mil euros. Segunda-feira cabe ao BCP inaugurar a apresentação de contas do sector financeiro. O BCP é um dos títulos que mais pesa no desempenho negativo do índice. As suas acções recuam 4,63% na semana em que o Grupo Violas, que é o maior accionista português do BPI, mostrou a sua oposição à fusão do BCP e do BPI. O BPIfigura também entre as maiores perdas da semana: 3,93%. Em alta, de salientar a Jerónimo Martins que acelera 5%.