Agostinho Lopes considerou também “notável o esforço para justificar a exclusão [do imposto extraordinário] de rendimentos sujeitos a taxas liberatórias, concretamente os juros e outros rendimentos distribuídos pelas empresas”.
“É, de facto, uma justificação espantosa, aquela de não querer reduzir os incentivos à poupança. Os cortes nos salários, pelos vistos, não significam cortes nos incentivos à poupança”, defendeu.
Para Agostinho Lopes, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, defendeu um “roubo ao património público, através das privatizações, com apelos ao capital estrangeiro para a vir abocanhar mais um naco apetitoso da economia nacional, e um roubo, que também já era conhecido, a milhões de portugueses, a 50 por cento do subsídio de Natal”.
Vítor Gaspar justificou as medidas com “um longo preâmbulo de mistificações, como a tentativa de misturar a economia portuguesa antes do 25 de Abril e depois do 25 de Abril” e com “velharias”, apontou o deputado comunista.
“Qual foi o Governo que nos últimos 35 anos não colocou a produtividade e a competitividade como primeiro objectivo”, questionou Agostinho Lopes.
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Agostinho Lopes considerou também “notável o esforço para justificar a exclusão [do imposto extraordinário] de rendimentos sujeitos a taxas liberatórias, concretamente os juros e outros rendimentos distribuídos pelas empresas”.
“É, de facto, uma justificação espantosa, aquela de não querer reduzir os incentivos à poupança. Os cortes nos salários, pelos vistos, não significam cortes nos incentivos à poupança”, defendeu.
Para Agostinho Lopes, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, defendeu um “roubo ao património público, através das privatizações, com apelos ao capital estrangeiro para a vir abocanhar mais um naco apetitoso da economia nacional, e um roubo, que também já era conhecido, a milhões de portugueses, a 50 por cento do subsídio de Natal”.
Vítor Gaspar justificou as medidas com “um longo preâmbulo de mistificações, como a tentativa de misturar a economia portuguesa antes do 25 de Abril e depois do 25 de Abril” e com “velharias”, apontou o deputado comunista.
“Qual foi o Governo que nos últimos 35 anos não colocou a produtividade e a competitividade como primeiro objectivo”, questionou Agostinho Lopes.