Paulo Portas falava em conferência de imprensa, na Assembleia da República, num comentário a declarações feitas por Avelino de Jesus, que se demitiu do grupo de trabalho que a reavalia as parcerias público privadas (PPP) e que denunciou a existência de estudos que estão a empolar estimativas referentes à utilização previsível do TVG entre Lisboa e Madrid.
“Considero sério e grave que alguém que foi nomeado para avaliar as PPP e as grandes obras venha ao Parlamento com frontalidade dizer não apenas o que aconteceu quando ele pedia informação e lhe dava e, mais do que isso, que esta comissão não está a fazer muito, não vai chegar a conclusões em tempo útil, que enquanto a comissão estuda o Governo avança na prática com os grandes projectos e que os estudos que supostamente sustentam a viabilidade do TGV estão empolados no número de passageiros”, apontou o líder democrata-cristão.
Segundo Paulo Portas, se for verdade que alguém está a empolar o número virtual de passageiros para justificar o projecto, “estamos perante um caso muito grave”.
“O que quero deixar claro e definitivo é o seguinte: em matéria de TGV não é possível o que o PS quer, avançar; já não é possível o que o PSD quer, estudar; já só é possível o que o CDS diz, parar, porque, pura e simplesmente, não há dinheiro para o fazer neste momento”, sustentou o presidente do CDS.
Num aviso à navegação, em termos de médio prazo, Paulo Portas referiu que a exigência de paragem do TGV “será absolutamente clara” nos compromissos do CDS.
Categorias
Entidades
Paulo Portas falava em conferência de imprensa, na Assembleia da República, num comentário a declarações feitas por Avelino de Jesus, que se demitiu do grupo de trabalho que a reavalia as parcerias público privadas (PPP) e que denunciou a existência de estudos que estão a empolar estimativas referentes à utilização previsível do TVG entre Lisboa e Madrid.
“Considero sério e grave que alguém que foi nomeado para avaliar as PPP e as grandes obras venha ao Parlamento com frontalidade dizer não apenas o que aconteceu quando ele pedia informação e lhe dava e, mais do que isso, que esta comissão não está a fazer muito, não vai chegar a conclusões em tempo útil, que enquanto a comissão estuda o Governo avança na prática com os grandes projectos e que os estudos que supostamente sustentam a viabilidade do TGV estão empolados no número de passageiros”, apontou o líder democrata-cristão.
Segundo Paulo Portas, se for verdade que alguém está a empolar o número virtual de passageiros para justificar o projecto, “estamos perante um caso muito grave”.
“O que quero deixar claro e definitivo é o seguinte: em matéria de TGV não é possível o que o PS quer, avançar; já não é possível o que o PSD quer, estudar; já só é possível o que o CDS diz, parar, porque, pura e simplesmente, não há dinheiro para o fazer neste momento”, sustentou o presidente do CDS.
Num aviso à navegação, em termos de médio prazo, Paulo Portas referiu que a exigência de paragem do TGV “será absolutamente clara” nos compromissos do CDS.