E, numa antecipação à reflexão dos eleitores, faz-lhes uma sugestão: “Não é preciso que concordem com tudo o que o CDS pensa, nem vou tudo o que o CDS pensa” mas “devem olhar mais para o trabalho, o esforço e à lealdade do que às siglas e aos emblemas”.
Instado pelos jornalistas a comentar as sondagens que dão um sinal favorável ao seu partido, o líder do CDS lembra que nunca fez comentários a sondagens quando elas eram más para o seu partido. Logo não “as vou comentar quando são boas para o CDS”. Mas, não resiste a um reparo: “até as sondagens já descobriram que o CDS vai ser a surpresa” das próximas eleições.
É a situação do país, como um endividamento tão astronómico que obrigou o actual Governo a pedir dinheiro emprestado “para pagar salários daqui a umas semanas” que acredita Paulo Portas, vai justificar o “voto excepcional” no seu partido.
A crença é reforçada quando há “muita gente” que tradicionalmente votava PS mas que “não quer com o seu voto absolver o estado e em particular o actual primeiro-ministro deixaram o país” e que vai votar PP, porque também há “muitas pessoas” que tradicionalmente votava PSD e que “não está safisfeita porque não acha convincente” o discurso social democrata.
O que está em causa prossegue Portas, é saber como é que Portugal paga o que deve. Como é que se coloca a economia a crescer. Como se evita a exclusão social e como é que se promove a mobilidade social. E o CDS está preparado para ser determinante na próxima solução governamental, em função das incoerências reveladas pelos seus opositores mais directos.
”O primeiro-ministro dizia que não seria primeiro –ministro com o FMI. Agora quer ser primeiro-ministro com o FMI” recorda Paulo Portas sem poupar Passos Coelho quando dizia que “ governava com o PS. Agora não quer governar com o PS”.
Perante os sinais contraditórios que associa as lideranças do PS e PSD, o líder do PP diz que de “mantém coerente” .
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E, numa antecipação à reflexão dos eleitores, faz-lhes uma sugestão: “Não é preciso que concordem com tudo o que o CDS pensa, nem vou tudo o que o CDS pensa” mas “devem olhar mais para o trabalho, o esforço e à lealdade do que às siglas e aos emblemas”.
Instado pelos jornalistas a comentar as sondagens que dão um sinal favorável ao seu partido, o líder do CDS lembra que nunca fez comentários a sondagens quando elas eram más para o seu partido. Logo não “as vou comentar quando são boas para o CDS”. Mas, não resiste a um reparo: “até as sondagens já descobriram que o CDS vai ser a surpresa” das próximas eleições.
É a situação do país, como um endividamento tão astronómico que obrigou o actual Governo a pedir dinheiro emprestado “para pagar salários daqui a umas semanas” que acredita Paulo Portas, vai justificar o “voto excepcional” no seu partido.
A crença é reforçada quando há “muita gente” que tradicionalmente votava PS mas que “não quer com o seu voto absolver o estado e em particular o actual primeiro-ministro deixaram o país” e que vai votar PP, porque também há “muitas pessoas” que tradicionalmente votava PSD e que “não está safisfeita porque não acha convincente” o discurso social democrata.
O que está em causa prossegue Portas, é saber como é que Portugal paga o que deve. Como é que se coloca a economia a crescer. Como se evita a exclusão social e como é que se promove a mobilidade social. E o CDS está preparado para ser determinante na próxima solução governamental, em função das incoerências reveladas pelos seus opositores mais directos.
”O primeiro-ministro dizia que não seria primeiro –ministro com o FMI. Agora quer ser primeiro-ministro com o FMI” recorda Paulo Portas sem poupar Passos Coelho quando dizia que “ governava com o PS. Agora não quer governar com o PS”.
Perante os sinais contraditórios que associa as lideranças do PS e PSD, o líder do PP diz que de “mantém coerente” .