Subsídio de desemprego poderá estender-se até 24 meses
O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, afirmou que, à luz das novas regras, o período máximo de atribuição do subsídio de desemprego poderá chegar aos 24 meses.
Numa entrevista à RTP, Mota Soares explicou, no entanto, que “as novas regras não se vão aplicar a quem está atualmente a receber subsídio de desemprego”, mas que no caso dos trabalhadores com carreiras contributivas mais longas, “o prazo máximo poderá atingir 24 meses”. O período será, portanto, “bastante mais longo do que o previsto no memorando de entendimento com a ‘troika’”. O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, afirmou que, à luz das novas regras, o período máximo de atribuição do subsídio de desemprego poderá chegar aos 24 meses.Numa entrevista à RTP, Mota Soares explicou, no entanto, que “as novas regras não se vão aplicar a quem está atualmente a receber subsídio de desemprego”, mas que no caso dos trabalhadores com carreiras contributivas mais longas, “o prazo máximo poderá atingir 24 meses”. O período será, portanto, “bastante mais longo do que o previsto no memorando de entendimento com a ‘troika’”.
As mudanças aplicadas ao subsídio de desemprego deveriam ter sido aprovadas ontem, quinta-feira, em Conselho de Ministros, mas o Executivo decidiu adiar a decisão por mais uma semana, tendo em conta a reunião da Concertação Social marcada para a próxima quarta-feira. “O Governo não anunciou hoje [ontem] porque valoriza muito a Concertação Social e na próxima quarta-feira haverá reunião, pelo que é muito importante valorizarmos o papel dos parceiros sociais”, esclareceu o ministro.
Algumas das medidas já conhecidas e que deverão ser aplicadas são a redução do tempo de trabalho para possibilitar o acesso dos mais jovens a esta prestação social de 15 para 12 meses e a atribuição do subsídio aos trabalhadores independentes.
Subsídio de desemprego poderá estender-se até 24 meses
O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, afirmou que, à luz das novas regras, o período máximo de atribuição do subsídio de desemprego poderá chegar aos 24 meses.
Numa entrevista à RTP, Mota Soares explicou, no entanto, que “as novas regras não se vão aplicar a quem está atualmente a receber subsídio de desemprego”, mas que no caso dos trabalhadores com carreiras contributivas mais longas, “o prazo máximo poderá atingir 24 meses”. O período será, portanto, “bastante mais longo do que o previsto no memorando de entendimento com a ‘troika’”. O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, afirmou que, à luz das novas regras, o período máximo de atribuição do subsídio de desemprego poderá chegar aos 24 meses.Numa entrevista à RTP, Mota Soares explicou, no entanto, que “as novas regras não se vão aplicar a quem está atualmente a receber subsídio de desemprego”, mas que no caso dos trabalhadores com carreiras contributivas mais longas, “o prazo máximo poderá atingir 24 meses”. O período será, portanto, “bastante mais longo do que o previsto no memorando de entendimento com a ‘troika’”.
As mudanças aplicadas ao subsídio de desemprego deveriam ter sido aprovadas ontem, quinta-feira, em Conselho de Ministros, mas o Executivo decidiu adiar a decisão por mais uma semana, tendo em conta a reunião da Concertação Social marcada para a próxima quarta-feira. “O Governo não anunciou hoje [ontem] porque valoriza muito a Concertação Social e na próxima quarta-feira haverá reunião, pelo que é muito importante valorizarmos o papel dos parceiros sociais”, esclareceu o ministro.
Algumas das medidas já conhecidas e que deverão ser aplicadas são a redução do tempo de trabalho para possibilitar o acesso dos mais jovens a esta prestação social de 15 para 12 meses e a atribuição do subsídio aos trabalhadores independentes.