A presidente do CDS, Assunção Cristas, decidiu revelar este sábado, em Oliveira do Bairro, que irá disputar as eleições autárquicas do próximo ano, concorrendo à liderança da Câmara Municipal de Lisboa.
Cristas quis aproveitar a “rentrée” política do CDS para anunciar aos militantes do seu partido que no próximo ano concorrerá à presidência da Câmara de Lisboa, apesar de alguma resistência interna no seu partido.
O anúncio ocorre num momento em que o PSD não definiu ainda a estratégia nem o candidato a Lisboa nas eleições autárquicas de 2017, em que o PS deverá apresentar Fernando Medina, atual presidente da autarquia lisboeta, como cabeça de lista.
“Quero dar o exemplo nesta mobilização do nosso partido [para as autárquicas] e é por isso que darei o meu exemplo sendo candidata à presidência da Câmara Municipal de Lisboa”, disse Assunção Cristas, que falava durante a sua intervenção na “rentrée” do partido, em Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro.
A líder do CDS-PP sublinhou que Lisboa e os lisboetas merecem “um projeto forte, mobilizador, grande e de futuro”.
“Sei bem da dificuldade do nosso desafio autárquico em Lisboa e no resto do país”, constatou, mostrando-se porém convicta de que o seu partido tem “as melhores ideias e as melhores propostas”.
Sobre Lisboa, Cristas recordou que foi nessa cidade que cresceu, estudou e onde começou a trabalhar. “Tenho o vento de Lisboa colado à minha pele e a água do Tejo colada à minha alma”, realçou.
Para a líder centrista, o foco do partido de momento tem de ser aquele que “tem calendário marcado” - as autárquicas em 2017.
“Há quem diga, que é preciso cautela porque que vêm aí legislativas. Não nos podemos preocupar com o que não depende de nós”, referiu.
Durante o seu discurso, Cristas destacou ainda os cinco municípios onde o CDS lidera e que entende como “excelentes exemplos” de governação autárquica.
“Queremos replicar esses exemplos”, defendeu.
Conforme o Expresso havia escrito na sua edição de 3 de setembro, o nome de Cristas para a Câmara de Lisboa recolhe o apoio do ex-presidente do partido, Paulo Portas, que defende, inclusive, que CDS e PSD se apresentem juntos na capital com a antiga ministra do Mar a liderar essa coligação.
Uma notícia da SIC já avançara que Paulo Portas terá tentado sensibilizar Pedro Passos Coelho para as vantagens de um entendimento entre o CDS e o PSD não só em Lisboa, mas também, de forma mais abrangente, a pensar nas próximas legislativas.
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A presidente do CDS, Assunção Cristas, decidiu revelar este sábado, em Oliveira do Bairro, que irá disputar as eleições autárquicas do próximo ano, concorrendo à liderança da Câmara Municipal de Lisboa.
Cristas quis aproveitar a “rentrée” política do CDS para anunciar aos militantes do seu partido que no próximo ano concorrerá à presidência da Câmara de Lisboa, apesar de alguma resistência interna no seu partido.
O anúncio ocorre num momento em que o PSD não definiu ainda a estratégia nem o candidato a Lisboa nas eleições autárquicas de 2017, em que o PS deverá apresentar Fernando Medina, atual presidente da autarquia lisboeta, como cabeça de lista.
“Quero dar o exemplo nesta mobilização do nosso partido [para as autárquicas] e é por isso que darei o meu exemplo sendo candidata à presidência da Câmara Municipal de Lisboa”, disse Assunção Cristas, que falava durante a sua intervenção na “rentrée” do partido, em Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro.
A líder do CDS-PP sublinhou que Lisboa e os lisboetas merecem “um projeto forte, mobilizador, grande e de futuro”.
“Sei bem da dificuldade do nosso desafio autárquico em Lisboa e no resto do país”, constatou, mostrando-se porém convicta de que o seu partido tem “as melhores ideias e as melhores propostas”.
Sobre Lisboa, Cristas recordou que foi nessa cidade que cresceu, estudou e onde começou a trabalhar. “Tenho o vento de Lisboa colado à minha pele e a água do Tejo colada à minha alma”, realçou.
Para a líder centrista, o foco do partido de momento tem de ser aquele que “tem calendário marcado” - as autárquicas em 2017.
“Há quem diga, que é preciso cautela porque que vêm aí legislativas. Não nos podemos preocupar com o que não depende de nós”, referiu.
Durante o seu discurso, Cristas destacou ainda os cinco municípios onde o CDS lidera e que entende como “excelentes exemplos” de governação autárquica.
“Queremos replicar esses exemplos”, defendeu.
Conforme o Expresso havia escrito na sua edição de 3 de setembro, o nome de Cristas para a Câmara de Lisboa recolhe o apoio do ex-presidente do partido, Paulo Portas, que defende, inclusive, que CDS e PSD se apresentem juntos na capital com a antiga ministra do Mar a liderar essa coligação.
Uma notícia da SIC já avançara que Paulo Portas terá tentado sensibilizar Pedro Passos Coelho para as vantagens de um entendimento entre o CDS e o PSD não só em Lisboa, mas também, de forma mais abrangente, a pensar nas próximas legislativas.