Rangel afasta candidatura à sucessão de Rio. Para já

10-10-2019
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Paulo Rangel acredita que não há qualquer "urgência" em apear Rui Rio da liderança do partido e desvaloriza o resultado alcançado no domingo eleitoral. "Sendo obviamente uma derrota expressiva, é no entanto próprio de um partido que lidera a oposição em qualquer país da Europa”, sublinhou.

No espaço de comentário que partilha com Francisco Assis, na Rádio Renascença, o eurodeputado foi dúbio sobre as suas pretensões em candidatar-se à liderança do PSD - ele que, tal como o Expresso já deu conta, está a ser desafiado a avançar caso Rui Rio opte por não ir a eleições. Em momento algum usou a formulação: 'não, não serei candidato'.

Se por um lado Rangel recorreu à frase celebrizada por António Vitorino para afastar uma eventual candidatura (“não há festa nem festança para que não convidem a Dona Constança”), por outro limitou-se a cortar a eito às perguntas do moderador se seria ou não candidato. “Não vale a pena estar aqui com especulações, pronto”.

Rangel disse ainda reconhecer a legitimidade dos que querem apresentar projetos alternativos de Rui Rio mas acabou por insistir várias vezes que é necessário “respeitar o processo de reflexão” de Rui Rio e o “quadro e o tempo institucional” do PSD - há eleições ordinárias agendadas para o início de 2020.

Paulo Rangel acredita que não há qualquer "urgência" em apear Rui Rio da liderança do partido e desvaloriza o resultado alcançado no domingo eleitoral. "Sendo obviamente uma derrota expressiva, é no entanto próprio de um partido que lidera a oposição em qualquer país da Europa”, sublinhou.

No espaço de comentário que partilha com Francisco Assis, na Rádio Renascença, o eurodeputado foi dúbio sobre as suas pretensões em candidatar-se à liderança do PSD - ele que, tal como o Expresso já deu conta, está a ser desafiado a avançar caso Rui Rio opte por não ir a eleições. Em momento algum usou a formulação: 'não, não serei candidato'.

Se por um lado Rangel recorreu à frase celebrizada por António Vitorino para afastar uma eventual candidatura (“não há festa nem festança para que não convidem a Dona Constança”), por outro limitou-se a cortar a eito às perguntas do moderador se seria ou não candidato. “Não vale a pena estar aqui com especulações, pronto”.

Rangel disse ainda reconhecer a legitimidade dos que querem apresentar projetos alternativos de Rui Rio mas acabou por insistir várias vezes que é necessário “respeitar o processo de reflexão” de Rui Rio e o “quadro e o tempo institucional” do PSD - há eleições ordinárias agendadas para o início de 2020.

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