Após o chumbo do diploma de reposição do tempo integral dos docentes, Rui Rio voltou a atacar em força a posição incoerente do PS e de António Costa, afirmando que o que ficou desta “lamentável semana política“ foi o “défice de sentido de Estado” do primeiro-ministro. Na sede do PSD/Porto, o presidente dos sociais-democratas garantiu que o voto do partido foi “sempre coerente”, ao votar na Comissão Parlamentar e hoje, em plenário, o reconhecimento integral do tempo de serviço dos professores, acompanhado por uma cláusula de salvaguarda financeira de defesa do futuro das finanças públicas.
“Votamos da mesma forma num lado e noutro. Lamento que o Primeiro Ministro, que foi deputado como eu, e ministro dos Assuntos Parlamentares, por isso conhece bem o processo, tenha mentido hoje ao dizer que o PSD votou uma coisa na especialidade e hoje outra”, frisou Rio, acusando António Costa de “tirar partido de uma campanha de desinformação dos portugueses”.
Tal como já afiançara domingo, Rui Rio voltou a dizer que, para si, o equilíbrio financeiro sempre foi “inegociável” em todas as instituições pelas quais passou e que sempre deixou melhor do que as encontrou. “Em nome do rigor financeiro, a votação do PSD não podia ser outra”, afiançou. Para o líder laranja, a posição de PS é de uma “incoerência total” por não ter aprovado as normas de salvaguarda financeiras, quando chumbou o diploma por alegar que ponha a causa o equilíbrio orçamental.
Rui Rio voltou a lembrar que primeiro-ministro, que não se demitiu quando morreram mais de uma centena de pessoas nos incêndios de 2017 ou quando inundou o governo de familiares, tenha agora ameaçado demitir-se “porque o parlamento poderia aprovar um decreto-lei que poderia colocar em risco” a sustentabilidade financeira. “Caiu o pano, foi uma farsa, um golpe de teatro que põe a nu a falta de sentido Estado de quem devia ser o garante da estabilidade dos portugueses”, sublinhou Rio, que acusa António Costa de colocar em primeiro lugar os interesses do PS e da família socialista à frente dos do Estado.
“Assistiu-se à derrota da responsabilidade, não há vitória da responsabilidade, conforme diz o primeiro-ministro”, adverte Rio.
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Após o chumbo do diploma de reposição do tempo integral dos docentes, Rui Rio voltou a atacar em força a posição incoerente do PS e de António Costa, afirmando que o que ficou desta “lamentável semana política“ foi o “défice de sentido de Estado” do primeiro-ministro. Na sede do PSD/Porto, o presidente dos sociais-democratas garantiu que o voto do partido foi “sempre coerente”, ao votar na Comissão Parlamentar e hoje, em plenário, o reconhecimento integral do tempo de serviço dos professores, acompanhado por uma cláusula de salvaguarda financeira de defesa do futuro das finanças públicas.
“Votamos da mesma forma num lado e noutro. Lamento que o Primeiro Ministro, que foi deputado como eu, e ministro dos Assuntos Parlamentares, por isso conhece bem o processo, tenha mentido hoje ao dizer que o PSD votou uma coisa na especialidade e hoje outra”, frisou Rio, acusando António Costa de “tirar partido de uma campanha de desinformação dos portugueses”.
Tal como já afiançara domingo, Rui Rio voltou a dizer que, para si, o equilíbrio financeiro sempre foi “inegociável” em todas as instituições pelas quais passou e que sempre deixou melhor do que as encontrou. “Em nome do rigor financeiro, a votação do PSD não podia ser outra”, afiançou. Para o líder laranja, a posição de PS é de uma “incoerência total” por não ter aprovado as normas de salvaguarda financeiras, quando chumbou o diploma por alegar que ponha a causa o equilíbrio orçamental.
Rui Rio voltou a lembrar que primeiro-ministro, que não se demitiu quando morreram mais de uma centena de pessoas nos incêndios de 2017 ou quando inundou o governo de familiares, tenha agora ameaçado demitir-se “porque o parlamento poderia aprovar um decreto-lei que poderia colocar em risco” a sustentabilidade financeira. “Caiu o pano, foi uma farsa, um golpe de teatro que põe a nu a falta de sentido Estado de quem devia ser o garante da estabilidade dos portugueses”, sublinhou Rio, que acusa António Costa de colocar em primeiro lugar os interesses do PS e da família socialista à frente dos do Estado.
“Assistiu-se à derrota da responsabilidade, não há vitória da responsabilidade, conforme diz o primeiro-ministro”, adverte Rio.