O secretário-geral do PS, António Costa, afirmou este sábado estar “perplexo” com a proposta do PSD de avançar com o estudo e projeção de uma nova ligação nacional Sul-Norte em alta velocidade. António Costa acusou o líder social-democrata, Rui Rio, de “inconstância permanente de posições”, referindo que “o PSD foi sempre o campeão anti-TGV”.
“Ouvi essa declaração com uma enorme perplexidade. É muito estranho que tenha havido uma grande discussão na Assembleia da República sobre as infraestruturas a realizar na próxima década, tendo o PSD apresentado propostas, tendo o PSD votado a favor do programa, de repente saia da cartola um TGV de que ninguém ouviu o PSD falar”, afirmou o líder socialista.
Para António Costa, “o PSD foi sempre o campeão anti-TGV” e a proposta de avançar com a medida vem mostram a “constante” mudança de ideias do partido. “É precisamente para não andarmos sempre numa lógica de descontinuidade nós agarramos, estamos a trabalhar como a solução possível no contexto em que vivemos”, disse.
O estudo e projeção de uma nova ligação nacional Sul-Norte em alta velocidade, com ligações à fronteira e à Europa, é uma das medidas que consta no programa eleitoral do PSD, apresentado esta sexta-feira.
“O sistema ferroviário pesado e ligeiro assegura o modo atualmente mais sustentável de transporte para passageiros e mercadorias e tal será considerado nas decisões a tomar. Este princípio confere à ferrovia o estatuto de prioridade nacional, não só como motor de desenvolvimento económico e potenciador das dinâmicas exportadoras, mas, acima de tudo, como pilar de um modelo de desenvolvimento sustentável”, lê-se no programa eleitoral do PSD.
Visando a concretização da meta da neutralidade carbónica, o PSD propõe um Plano Estratégico de longo prazo que consagra como prioridade “estudar, planear e projetar uma nova ligação nacional Sul-Norte em Alta Velocidade, em bitola europeia, com as respetivas ligações à fronteira e à Europa, preparadas para tráfego de passageiros e mercadorias”.
A ligação nacional em alta velocidade estaria, segundo a proposta, assente num “modelo de equilíbrio territorial e financeiro” e permitiria fazer a ligação aos principais terminais logísticos nacionais e internacionais (incluindo portos e aeroportos).
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O secretário-geral do PS, António Costa, afirmou este sábado estar “perplexo” com a proposta do PSD de avançar com o estudo e projeção de uma nova ligação nacional Sul-Norte em alta velocidade. António Costa acusou o líder social-democrata, Rui Rio, de “inconstância permanente de posições”, referindo que “o PSD foi sempre o campeão anti-TGV”.
“Ouvi essa declaração com uma enorme perplexidade. É muito estranho que tenha havido uma grande discussão na Assembleia da República sobre as infraestruturas a realizar na próxima década, tendo o PSD apresentado propostas, tendo o PSD votado a favor do programa, de repente saia da cartola um TGV de que ninguém ouviu o PSD falar”, afirmou o líder socialista.
Para António Costa, “o PSD foi sempre o campeão anti-TGV” e a proposta de avançar com a medida vem mostram a “constante” mudança de ideias do partido. “É precisamente para não andarmos sempre numa lógica de descontinuidade nós agarramos, estamos a trabalhar como a solução possível no contexto em que vivemos”, disse.
O estudo e projeção de uma nova ligação nacional Sul-Norte em alta velocidade, com ligações à fronteira e à Europa, é uma das medidas que consta no programa eleitoral do PSD, apresentado esta sexta-feira.
“O sistema ferroviário pesado e ligeiro assegura o modo atualmente mais sustentável de transporte para passageiros e mercadorias e tal será considerado nas decisões a tomar. Este princípio confere à ferrovia o estatuto de prioridade nacional, não só como motor de desenvolvimento económico e potenciador das dinâmicas exportadoras, mas, acima de tudo, como pilar de um modelo de desenvolvimento sustentável”, lê-se no programa eleitoral do PSD.
Visando a concretização da meta da neutralidade carbónica, o PSD propõe um Plano Estratégico de longo prazo que consagra como prioridade “estudar, planear e projetar uma nova ligação nacional Sul-Norte em Alta Velocidade, em bitola europeia, com as respetivas ligações à fronteira e à Europa, preparadas para tráfego de passageiros e mercadorias”.
A ligação nacional em alta velocidade estaria, segundo a proposta, assente num “modelo de equilíbrio territorial e financeiro” e permitiria fazer a ligação aos principais terminais logísticos nacionais e internacionais (incluindo portos e aeroportos).