PSD

10-11-2015
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No seguimento de uma primeira reunião da coligação PSD/CDS para as legislativas 2015 na sede do PSD, na São Caetano à Lapa, no dia 4 de Maio, realizou-se uma segunda reunião no passado dia 27 de Maio, na sede nacional do CDS, no Largo do Caldas.

Na reunião de trabalho que visou também "aproximar as estruturas distritais" estiveram presentes os representantes das distritais dos dois partidos, e os directores de campanha, o secretário-geral do PSD, Matos Rosa, e Cecília Meireles, dirigente nacional do CDS, vogal da Comissão Executiva do partido. O mandatário financeiro será António Carlos Monteiro, secretário-geral do CDS, e terá como nº 2 o secretário-geral adjunto do PSD, Lélio Lourenço.

Os líderes da Comissão Política da coligação, Pedro Mota Soares, vice-presidente do CDS, e o porta-voz do PSD, Marco António Costa, foram os rostos intervenientes numa conferência de imprensa conjunta no final do encontro.

A coligação PSD/CDS tenciona apresentar "brevemente" as bases programáticas com que se apresentará às legislativas, e o programa eleitoral "mais no final do mês de junho", afirmou o porta-voz dos sociais-democratas, Marco António Costa.

"Nós tencionamos apresentar brevemente as bases programáticas, estão a ser trabalhadas com toda a serenidade, e o programa definitivo mais no final do mês de Junho, depois de um trabalho de debate com a sociedade portuguesa", declarou Marco António Costa, numa conferência de imprensa conjunta com o vice-presidente do CDS, Pedro Mota Soares, no largo do Caldas.

O porta-voz e vice-presidente do PSD contestou que a coligação entre sociais-democratas e centristas esteja atrasada em relação a outras forças políticas no que respeita à apresentação das suas linhas programáticas, e sustentou, pelo contrário, que foram "os primeiros a apresentar um programa e um projecto": o Programa de Estabilidade que o Governo submeteu a Bruxelas.

"Nós fomos os primeiros a apresentar um programa e um projecto. O Programa de Estabilidade que foi apresentado pelo Governo não é um documento que seja órfão. É um documento que mereceu a vinculação dos dois partidos da maioria, a vinculação total a esse documento. E, portanto, nós fomos os primeiros, com clareza e transparência, a apresentar aquilo que considerávamos que eram as linhas mestras de um programa futuro e que mais do que o aprovar no Governo e discutir na Assembleia da República fizemos questão, os dois partidos, de publicamente o vincularmos a ele e enviarmos para Bruxelas", disse.

Nas suas declarações à comunicação social no encontro entre dirigentes do PSD e do CDS, Marco António Costa acusou o PS de ter apresentado dois documentos programáticos com "contradições" e "evoluções muito significativas".

Com a coligação PSD/CDS "não haverá estes ziguezagues nem estas hesitações", acrescentou. "Cada proposta que seja apresentada será uma proposta que nos vincula e que cumpriremos religiosamente", reforçou, considerando que, "aliás, será interessante fazer um balanço oportunamente do cumprimento do Programa do Governo".

Na conferência de imprensa conjunta, adiantaram ainda que a coligação PSD/CDS estima uma poupança de cerca 1,8 milhões de euros, uma redução de 40% face às legislativas de 2011.

De acordo com Mota Soares, será uma "campanha poupada e pela positiva".

"O país viveu tempos muito difíceis, temos de ter uma atitude de respeito pelos portugueses que fizeram sacrifícios e passaram por tempos difíceis. Para esclarecer as pessoas não é preciso muita propaganda. Aliás, já passaram os tempos de quem fazia propaganda, vendia ilusões, mas que se vinham a verificar impossíveis", declarou Mota Soares.

Questionados relativamente à utilização de outdoors, foi Marco António Costa quem respondeu, afirmando que está no terreno "uma rede muito diminuta de outdoors”.

No seguimento de uma primeira reunião da coligação PSD/CDS para as legislativas 2015 na sede do PSD, na São Caetano à Lapa, no dia 4 de Maio, realizou-se uma segunda reunião no passado dia 27 de Maio, na sede nacional do CDS, no Largo do Caldas.

Na reunião de trabalho que visou também "aproximar as estruturas distritais" estiveram presentes os representantes das distritais dos dois partidos, e os directores de campanha, o secretário-geral do PSD, Matos Rosa, e Cecília Meireles, dirigente nacional do CDS, vogal da Comissão Executiva do partido. O mandatário financeiro será António Carlos Monteiro, secretário-geral do CDS, e terá como nº 2 o secretário-geral adjunto do PSD, Lélio Lourenço.

Os líderes da Comissão Política da coligação, Pedro Mota Soares, vice-presidente do CDS, e o porta-voz do PSD, Marco António Costa, foram os rostos intervenientes numa conferência de imprensa conjunta no final do encontro.

A coligação PSD/CDS tenciona apresentar "brevemente" as bases programáticas com que se apresentará às legislativas, e o programa eleitoral "mais no final do mês de junho", afirmou o porta-voz dos sociais-democratas, Marco António Costa.

"Nós tencionamos apresentar brevemente as bases programáticas, estão a ser trabalhadas com toda a serenidade, e o programa definitivo mais no final do mês de Junho, depois de um trabalho de debate com a sociedade portuguesa", declarou Marco António Costa, numa conferência de imprensa conjunta com o vice-presidente do CDS, Pedro Mota Soares, no largo do Caldas.

O porta-voz e vice-presidente do PSD contestou que a coligação entre sociais-democratas e centristas esteja atrasada em relação a outras forças políticas no que respeita à apresentação das suas linhas programáticas, e sustentou, pelo contrário, que foram "os primeiros a apresentar um programa e um projecto": o Programa de Estabilidade que o Governo submeteu a Bruxelas.

"Nós fomos os primeiros a apresentar um programa e um projecto. O Programa de Estabilidade que foi apresentado pelo Governo não é um documento que seja órfão. É um documento que mereceu a vinculação dos dois partidos da maioria, a vinculação total a esse documento. E, portanto, nós fomos os primeiros, com clareza e transparência, a apresentar aquilo que considerávamos que eram as linhas mestras de um programa futuro e que mais do que o aprovar no Governo e discutir na Assembleia da República fizemos questão, os dois partidos, de publicamente o vincularmos a ele e enviarmos para Bruxelas", disse.

Nas suas declarações à comunicação social no encontro entre dirigentes do PSD e do CDS, Marco António Costa acusou o PS de ter apresentado dois documentos programáticos com "contradições" e "evoluções muito significativas".

Com a coligação PSD/CDS "não haverá estes ziguezagues nem estas hesitações", acrescentou. "Cada proposta que seja apresentada será uma proposta que nos vincula e que cumpriremos religiosamente", reforçou, considerando que, "aliás, será interessante fazer um balanço oportunamente do cumprimento do Programa do Governo".

Na conferência de imprensa conjunta, adiantaram ainda que a coligação PSD/CDS estima uma poupança de cerca 1,8 milhões de euros, uma redução de 40% face às legislativas de 2011.

De acordo com Mota Soares, será uma "campanha poupada e pela positiva".

"O país viveu tempos muito difíceis, temos de ter uma atitude de respeito pelos portugueses que fizeram sacrifícios e passaram por tempos difíceis. Para esclarecer as pessoas não é preciso muita propaganda. Aliás, já passaram os tempos de quem fazia propaganda, vendia ilusões, mas que se vinham a verificar impossíveis", declarou Mota Soares.

Questionados relativamente à utilização de outdoors, foi Marco António Costa quem respondeu, afirmando que está no terreno "uma rede muito diminuta de outdoors”.

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