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01-12-2015
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Os líderes parlamentares do CDS e do PSD formalizaram na terça-feira passada dia 17, a proposta de que o parlamento evoque o 25 de Novembro "com uma conferência ou sessão", numa carta enviada ao presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues.

"Estando já marcados os trabalhos parlamentares para o próximo dia 25, sugerimos que deve o trabalho normal do parlamento ser complementado por uma evocação digna do momento histórico que queremos recordar, por exemplo, com uma conferência ou sessão que relembre a todas as gerações o caminho que, juntos, fizemos para a democracia", lê-se na carta.

A carta enviada pelo líder parlamentar social-democrata, Luís Montenegro, e centrista, Nuno Magalhães, formaliza uma intenção comunicada na reunião de conferência de líderes de que fosse realizada na Assembleia da República uma evocação dos 40 anos do 25 de Novembro de 1975, que marcou o final do Processo Revolucionário em Curso (PREC).

"Assim como celebrámos com dignidade os 40 anos do 25 de Abril, dia primeiro que nos trouxe a liberdade, é da maior justiça e importância relembrar o dia, e os seus intervenientes, que confirmou a democracia, reforçou o pluralismo e evitou desvios totalitários em Portugal", argumentam.

Na missiva argumentam que "após meses de incerteza e radicalismo, o 25 de Novembro trouxe o fim dos extremismos, dos confrontos violentos e da ameaça sobre as instituições".

"Os eventos desse dia, e dos que se seguiram, consolidaram a liberdade de Abril, no caminho para um país europeu e democrático", afirmam, para defender que "a casa da democracia deve lembrar e honrar esse momento histórico importante para a definição de Portugal como democracia parlamentar e pluralista baseada no voto democrático e numa Assembleia sem exclusões".

À saída da conferência de líderes (18/11), na Assembleia da República, Nuno Magalhães em declarações aos jornalistas, destacou o "acolhimento por parte do Presidente da Assembleia da República [Eduardo Ferro Rodrigues], no sentido de criar um grupo de trabalho para ver o que pode ser feito para evocar" a data do 25 de Novembro de 1975, considerando-o um "ato confirmativo daquilo que é o Portugal europeu, plural, democrático", as bancadas parlamentares concordaram em estabelecer o grupo de trabalho para a respetiva celebração, liderado pelo deputado socialista Jorge Lacão.

No entanto PS, PCP, BE e PEV não compareceram na reunião do grupo de trabalho proposto pelo presidente da Assembleia da República para discutir uma eventual evocação parlamentar do 25 de Novembro de 1975, proposta pelo PSD e CDS.

CDS e PSD fizeram ontem, 19 de novembro, uma interpelação à mesa no início do plenário da Assembleia da República, vincando o seu protesto pela ausência de representantes dos partidos na reunião do grupo de trabalho, presidido pelo socialista Jorge Lacão (que esteve presente), no que consideraram ser um desrespeito por uma decisão do presidente do parlamento.

Ferro Rodrigues disse ter sido informado pela manhã que os grupos parlamentares de PS, PCP, BE e PEV não se fariam representar na reunião, lamentando que não tivessem manifestado essa posição quando, na quarta-feira, em conferência de líderes ter sido acordada a criação do grupo de trabalho, inviabilizando deste modo a proposta de comemoração do 25 de Novembro.

Os líderes parlamentares do CDS e do PSD formalizaram na terça-feira passada dia 17, a proposta de que o parlamento evoque o 25 de Novembro "com uma conferência ou sessão", numa carta enviada ao presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues.

"Estando já marcados os trabalhos parlamentares para o próximo dia 25, sugerimos que deve o trabalho normal do parlamento ser complementado por uma evocação digna do momento histórico que queremos recordar, por exemplo, com uma conferência ou sessão que relembre a todas as gerações o caminho que, juntos, fizemos para a democracia", lê-se na carta.

A carta enviada pelo líder parlamentar social-democrata, Luís Montenegro, e centrista, Nuno Magalhães, formaliza uma intenção comunicada na reunião de conferência de líderes de que fosse realizada na Assembleia da República uma evocação dos 40 anos do 25 de Novembro de 1975, que marcou o final do Processo Revolucionário em Curso (PREC).

"Assim como celebrámos com dignidade os 40 anos do 25 de Abril, dia primeiro que nos trouxe a liberdade, é da maior justiça e importância relembrar o dia, e os seus intervenientes, que confirmou a democracia, reforçou o pluralismo e evitou desvios totalitários em Portugal", argumentam.

Na missiva argumentam que "após meses de incerteza e radicalismo, o 25 de Novembro trouxe o fim dos extremismos, dos confrontos violentos e da ameaça sobre as instituições".

"Os eventos desse dia, e dos que se seguiram, consolidaram a liberdade de Abril, no caminho para um país europeu e democrático", afirmam, para defender que "a casa da democracia deve lembrar e honrar esse momento histórico importante para a definição de Portugal como democracia parlamentar e pluralista baseada no voto democrático e numa Assembleia sem exclusões".

À saída da conferência de líderes (18/11), na Assembleia da República, Nuno Magalhães em declarações aos jornalistas, destacou o "acolhimento por parte do Presidente da Assembleia da República [Eduardo Ferro Rodrigues], no sentido de criar um grupo de trabalho para ver o que pode ser feito para evocar" a data do 25 de Novembro de 1975, considerando-o um "ato confirmativo daquilo que é o Portugal europeu, plural, democrático", as bancadas parlamentares concordaram em estabelecer o grupo de trabalho para a respetiva celebração, liderado pelo deputado socialista Jorge Lacão.

No entanto PS, PCP, BE e PEV não compareceram na reunião do grupo de trabalho proposto pelo presidente da Assembleia da República para discutir uma eventual evocação parlamentar do 25 de Novembro de 1975, proposta pelo PSD e CDS.

CDS e PSD fizeram ontem, 19 de novembro, uma interpelação à mesa no início do plenário da Assembleia da República, vincando o seu protesto pela ausência de representantes dos partidos na reunião do grupo de trabalho, presidido pelo socialista Jorge Lacão (que esteve presente), no que consideraram ser um desrespeito por uma decisão do presidente do parlamento.

Ferro Rodrigues disse ter sido informado pela manhã que os grupos parlamentares de PS, PCP, BE e PEV não se fariam representar na reunião, lamentando que não tivessem manifestado essa posição quando, na quarta-feira, em conferência de líderes ter sido acordada a criação do grupo de trabalho, inviabilizando deste modo a proposta de comemoração do 25 de Novembro.

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