MinervaCoimbra: Terças-Feiras de Minerva no Diário de Coimbra

02-04-2019
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Concurso da 2.ª Unidade lançado no início de 2007Com 1.ª Unidade de Intervenção a avançar, a SRU prepara-se para lançar já no início de 2007 o concurso para a segunda etapa da reabilitação da BaixaA Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) irá lançar no início de 2007 o concurso público da 2.ª Unidade de Intervenção da Baixa de Coimbra que englobará o Terreiro da Erva e toda a área envolvente, estando até ao final deste ano a preparar todos os documentos para a sua realização, informou ao Diário de Coimbra João Paulo Craveiro.O presidente da SRU participava ontem com João Rebelo, vice-presidente da Câmara de Coimbra, e Rui Mealha, arquitecto responsável pela solução urbanística da 1.ª Unidade de Intervenção, num debate promovido pelo Rotary Club de Coimbra Santa Clara, na Livraria Minerva e confessou que um dos principais projectos para esta segunda etapa da reabilitação da Baixa é a reformulação do actual da Pavilhão da Palmeira, de modo a transformá-lo numa das principais áreas de lazer e convívio daquela zona da cidade.Manter-se-á o campo de jogos, mas todas as outras áreas serão remodeladas, de modo a poderem ser usufruídas por toda a cidade, adiantou João Paulo Craveiro, considerando esta intervenção «fundamental» uma vez que o mítico pavilhão, único espaço desportivo instalado na Baixa, «não tem quaisquer condições de segurança para actividades desportivas». «Este é um espaço que não se pode perder», continuou.Este espaço desportivo é apenas uma das peças do “puzzle” da 2.ª Unidade de Intervenção defina pela SRU para a Baixa de Coimbra e que englobará o Terreiro da Erva e toda a área envolvente entre a Rua da Moeda e a Rua da Sofia, a Rua Direita e a Rua João de Ruão.Embora ainda não criado o Plano Estratégico desta unidade - ele será “desenhado” pelo consórcio que vencerá o concurso que a SRU lançará no início de 2007 - João Paulo Craveiro acredita que em relação nesta unidade «haverá maiores preocupações arqueológicas» do que na primeira, assim como que a intervenção será «de reabilitação pura», como muito menos «deitar a baixo».Tal como acontece com a unidade que inclui o futuro corredor do metro, também aqui a SRU irá tentar encontrar «uma ideia de vivência», um «carácter próprio» que defina aquela área. O presidente da SRU acredita que a antiga fábrica de cerâmica a funcionar naquele local poderá protagonizar este papel, uma vez que se trata «de um museu vivo» e de um «elemento de valorização, não só do Terreiro da Erva, como também de toda a Baixa».Em relação à primeira Unidade de Intervenção, estará para breve o lançamento do concurso com vista à escolha do parceiro privado que fará as negociações e financiará com os proprietários dos prédios que não querem realizar as obras. No que respeita aos que aceitarem participar neste projecto, a SRU para além de ir criar parcerias com bancos para que financiem as obras a taxas mais favoráveis e com fornecedores para que vendam equipamentos a custos mais reduzidos, a sociedade assinou um acordo com o Instituto Tecnológico de Construção para que os proprietários tenham «apoio técnico especializado».Ana MargalhoDiário de Coimbra, 22 de Novembro de 2006


Concurso da 2.ª Unidade lançado no início de 2007Com 1.ª Unidade de Intervenção a avançar, a SRU prepara-se para lançar já no início de 2007 o concurso para a segunda etapa da reabilitação da BaixaA Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) irá lançar no início de 2007 o concurso público da 2.ª Unidade de Intervenção da Baixa de Coimbra que englobará o Terreiro da Erva e toda a área envolvente, estando até ao final deste ano a preparar todos os documentos para a sua realização, informou ao Diário de Coimbra João Paulo Craveiro.O presidente da SRU participava ontem com João Rebelo, vice-presidente da Câmara de Coimbra, e Rui Mealha, arquitecto responsável pela solução urbanística da 1.ª Unidade de Intervenção, num debate promovido pelo Rotary Club de Coimbra Santa Clara, na Livraria Minerva e confessou que um dos principais projectos para esta segunda etapa da reabilitação da Baixa é a reformulação do actual da Pavilhão da Palmeira, de modo a transformá-lo numa das principais áreas de lazer e convívio daquela zona da cidade.Manter-se-á o campo de jogos, mas todas as outras áreas serão remodeladas, de modo a poderem ser usufruídas por toda a cidade, adiantou João Paulo Craveiro, considerando esta intervenção «fundamental» uma vez que o mítico pavilhão, único espaço desportivo instalado na Baixa, «não tem quaisquer condições de segurança para actividades desportivas». «Este é um espaço que não se pode perder», continuou.Este espaço desportivo é apenas uma das peças do “puzzle” da 2.ª Unidade de Intervenção defina pela SRU para a Baixa de Coimbra e que englobará o Terreiro da Erva e toda a área envolvente entre a Rua da Moeda e a Rua da Sofia, a Rua Direita e a Rua João de Ruão.Embora ainda não criado o Plano Estratégico desta unidade - ele será “desenhado” pelo consórcio que vencerá o concurso que a SRU lançará no início de 2007 - João Paulo Craveiro acredita que em relação nesta unidade «haverá maiores preocupações arqueológicas» do que na primeira, assim como que a intervenção será «de reabilitação pura», como muito menos «deitar a baixo».Tal como acontece com a unidade que inclui o futuro corredor do metro, também aqui a SRU irá tentar encontrar «uma ideia de vivência», um «carácter próprio» que defina aquela área. O presidente da SRU acredita que a antiga fábrica de cerâmica a funcionar naquele local poderá protagonizar este papel, uma vez que se trata «de um museu vivo» e de um «elemento de valorização, não só do Terreiro da Erva, como também de toda a Baixa».Em relação à primeira Unidade de Intervenção, estará para breve o lançamento do concurso com vista à escolha do parceiro privado que fará as negociações e financiará com os proprietários dos prédios que não querem realizar as obras. No que respeita aos que aceitarem participar neste projecto, a SRU para além de ir criar parcerias com bancos para que financiem as obras a taxas mais favoráveis e com fornecedores para que vendam equipamentos a custos mais reduzidos, a sociedade assinou um acordo com o Instituto Tecnológico de Construção para que os proprietários tenham «apoio técnico especializado».Ana MargalhoDiário de Coimbra, 22 de Novembro de 2006

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