Faz esta sexta-feira uma semana que o país assistiu à audição parlamentar de Joe Berardo.
Sete dias depois, o Conselho das Ordens Nacionais reúne-se para avaliar se há razão para dar início a um processo que pode ter como desfecho a retirada das condecorações ao empresário.
O CDS pediu a intervenção da Assembleia da República para que fosse instaurado um processo disciplinar a Berardo, o que levou o presidente da comissão parlamentar de inquérito à Caixa Geral de Depósitos (pressionado por Ferro Rodrigues) a elaborar um parecer sobre o assunto. Considera a comissão, numa nota que passou a ser a posição oficial do Parlamento, que há matéria relevante para analisar e que pode estar em causa o incumprimento dos deveres legais por parte do comendador. Recado enviado pelo Presidente do Parlamento para o Conselho das Ordens Nacionais.
Depois do Presidente da República ter feito saber que via “com bons olhos” a iniciativa do Conselho, o Governo anunciou que tem várias baterias apontadas a Berardo. A saber: três Ministérios estão articulados para impedir que a coleção Berardo, composta por mais de 800 obras, seja vendida e retirada do olhar do público. A ministra da Cultura promete medidas legais para breve, mas não diz quais. Ou seja, o Governo está a estudar os detalhes de todos os contratos à lupa para perceber até onde pode ir. Tudo explicado aqui.
Mas Graça Fonseca não poupa nas palavras. Para a ministra, as declarações do empresário no Parlamento foram “insultuosas e inadmissíveis”. O andamento do processo no Parlamento, sabe o Expresso , não agradou ao presidente da Assembleia da República. Ferro Rodrigues esperava que tivesse sido a comissão de inquérito a tomar a iniciativa, mais cedo e não condicionada por si próprio ou pela carta do CDS.
O Jornal Económico conta hoje que os “créditos da Caixa a Berardo estão a ser passados a pente fino pela justiça” e que a investigação delegada pelo Ministério Público à Policia Judiciária vai “analisar todas as questões criminalmente relevantes”.
O tema promete voltar a marcar o dia e os que se aproximam.
OUTRAS NOTÍCIAS
Ouve-se o rufar dos tambores… a campanha vai quase a meio e parece que já a estamos a ouvir lá no fim da rua… mesmo sem estarmos por perto. Se olharmos para a televisão, ligarmos a rádio, abrirmos as redes sociais ou simplesmente os site dos jornais como o Expresso, lá está ela.
Espreitemos então as últimas horas do quarto dia oficial da campanha.
Pedro Marques, candidato do PS, esteve, pela primeira vez, no meio de uma multidão numa ação de rua… no olhar de Miguel Santos Carrapatoso, podemos dizer que Pedro Marques também sabe ser o “Pedrinho das feiras”.
Já o Cavaquistão, terra bastião do PSD de outros tempos… surpreendeu esta quinta-feira Paulo Rangel. Será do frio? A pergunta do candidato do PSD é reproduzida pela Mariana Lima e Cunha. Rangel foi à rua na Cavaquistão, mas andou por lá sozinho. “Soube a pouco”
Na campanha do Bloco, Marisa Matias entrou hoje no terreno… do PAN. De garras afiadas? O Paulo Paixão explica .
Nuno Melo, que colocou a polémica das condecorações a Joe Berardo na agenda da campanha e mesmo na agenda da comissão parlamentar da CGD procura não largar o caso… o que pode dar azo a enganos como escreve a Raquel Albuquerque. O candidato já reconheceu entretanto que teve um lapso.
Já João Ferreira faz o rescaldo dos fogos do verão passado. A CDU esteve em Silves. Foi o texto da Rosa Pedroso Lima que me inspirou para a entrada deste bloco das Europeias . Lá estão os incontornáveis bombos e as gaitas de foles.
Agora que já conhece o menu do dossier Especial Europeias que o Expresso lhe serve várias vezes ao dia, tome nota de que o assunto não se esgota aqui.
A Ângela Silva apresenta-lhe uma análise sobre as várias campanhas: “Seis retratos toca-e-foge dos candidatos do sistema” que não vai querer perder. O Vítor Matos, Editor de política do Expresso, também escreve sobre as Europeias. “São as Eleições do cinismo: finge-se a Europa para servir a agenda nacional”. Produtos com o selo “exclusivo” do Expresso Diário. Este sábado, o seu jornal tem um texto assinado pelo ex-comissário António Vitorino, a uma semana das eleições. Recordo que Carlos Moedas, o atual comissário, foi o autor da crónica da semana passada.
De outra corridas eleitorais fala Luis Filipe Menezes num livro apresentado há poucas horas no Porto. “O dia a seguir - nunca é tarde demais” é uma espécie de regresso ao passado político do ex-presidente do PSD, pela visão do próprio e fica marcado por esta frase que a jornalista Isabel Paulo destaca : “A candidatura ao Porto foi o maior erro político da minha vida”
Alerta importante: o Tribunal de Contas descobriu que faltam 100 milhões de euros no Orçamento do Estado deste ano para manter os manuais escolares gratuitos. Mais do que isso, em causa pode estar, como explica a Isabel Leiria, a sustentabilidade da medida.
Ainda se lembra da greve dos motoristas de matérias perigosas? Já tinha sido anunciado um pré-acordo com os patrões da Antram, mas oficialmente a greve, prevista para a quinta-feira dia 23, ainda não tinha sido desconvocada. Já foi esta madrugada, depois de uma reunião à mesa do ministro Pedro Nuno Santos. Os sindicatos falam mesmo em acordo histórico .
Apagado um incêndio, adivinha-se outro no horizonte. Desta manhã a notícia avançada pelo DN: o Governo abre frente de guerra com inspetores da PJ. Em causa o novo estatuto profissional dos inspetores. Os sindicatos falam em “afronta”.
Um carro desgovernado bateu com violência na zona das partidas no aeroporto de Lisboa. Duas pessoas ficaram feridas. O condutor foi detido. As imagens, como sempre nestes casos, prendem-nos pelo aparato. E aqui estão . Deixo-lhe ainda a reportagem da SIC com a PSP a afastar a hipótese de crime.
Rui Vitória sagrou-se campeão na Arábia Saudita. O Al-Nassr bateu o adversário na última jornada. Tal como em Portugal, houve campeonato até ao fim. Por cá, na véspera do(s) jogo(s) do título (Se não sabe quem vai arbitrar os jogos do Benfica e do FC Porto espreite aqui ) as imagens que marcaram as últimas horas são de um reencontro. A apresentação do livro do jornalista Vítor Serpa foi o pretexto para juntar Jorge Jesus e Luis Filipe Vieira. E até foi possível ouvir um “o meu presidente”. Não vai querer perder a reportagem.
Morreu I.M.Pei, o arquiteto da famosa pirâmide que serve de entrada ao Museu do Louvre. O New York Times, que avançou a notícia sublinha uma frase do arquiteto junto da sua obra mais importante: “If there’s one thing I know I didn’t do wrong, it’s The Louvre”. L.M.Pei tinha 102 anos.
Com o texto já a arriscar prolongar-se para lá do razoável, não resisto a dar-lhe conta da mais recente polémica a envolver uma das séries mais emblemáticas dos tempos modernos. Mais de 300 mil fãs revoltados querem que a mais recente temporada da “A Guerra dos Tronos” seja reescrita. Não gostaram do fim da história e não fazem por menos . Já corre uma petição online. Aguardemos os próximos capítulos.
FRASES
“Não são as comendas que lhe quero tirar. É o sorrisinho na cara” Pacheco Pereira, na Circulatura do Quadrado, sobre Joe Berardo.
“É absolutamente inadmissível que haja pessoas à frente da banca, administradores da banca, que ganhavam fortunas em salários porque tinham cargos de enorme responsabilidade e, depois do que aconteceu, verificamos que a responsabilidade deles estava ao nível do porteiro que ganhava menos de mil euros por mês. A responsabilidade deles não era nenhuma” Rui Rio sobre as notícias que envolvem os gestores da banca.
“Onde é que está o PS de esquerda? Onde é que está a esquerda do PS? Onde é que se situam as forças dentro do PS que querem mudar verdadeiramente a situação do país e, também, a situação na Europa” Fernando Rosas num comício de campanha do Bloco de Esquerda
O QUE ANDO A LER
Hesito entre dois caminhos. A proximidade das eleições europeias leva-me a procurar conhecer melhor algumas correntes da política europeia e mundial. Deixo aqui um destaque. Manuel Pedroso Marques é o autor de “Populismo. Todo o poder vem do povo, mas para onde vai?” à pergunta procura-se responder numa nota de apresentação do livro onde se destaca que “o populismo assume posturas distintas: o de direita pensa que a xenofobia resguarda a identidade nacional e o de esquerda defende que os valores identitários do passado é que norteiam o futuro”. Um livro a descobrir.
A minha outra opção literária vai num sentido bem diferente. No ano em que se assinala o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner, acaba de ser publicada a primeira biografia da poeta. Isabel Nery, jornalista e autora, falou com mais de sessenta pessoas, consultou arquivos, livros, jornais, filmes e documentários. Esta tarde é apresentada a obra sobre uma das mais importantes figuras da cultura e da história de Portugal no século XX. É com expectativa que aguardo estas leituras e posso aliás revelar-lhe em primeira mão que esta é também a semana em que a Revista E destaca Sophia, a história desconhecida da infância e juventude. Este sábado nas bancas vai encontrar um trabalho especial onde pode descobrir fotos e histórias inéditas daquela que viria a tornar-se a maior poeta portuguesa.
Mais logo, ao fim da tarde, não vai querer perder a edição do “Expresso Diário”. As atualizações, minuto a minuto, no online com a marca Expresso, Tribuna, Blitz e Vida Extra. Amanhã o seu jornal está nas bancas. Tenha uma boa sexta-feira!
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Faz esta sexta-feira uma semana que o país assistiu à audição parlamentar de Joe Berardo.
Sete dias depois, o Conselho das Ordens Nacionais reúne-se para avaliar se há razão para dar início a um processo que pode ter como desfecho a retirada das condecorações ao empresário.
O CDS pediu a intervenção da Assembleia da República para que fosse instaurado um processo disciplinar a Berardo, o que levou o presidente da comissão parlamentar de inquérito à Caixa Geral de Depósitos (pressionado por Ferro Rodrigues) a elaborar um parecer sobre o assunto. Considera a comissão, numa nota que passou a ser a posição oficial do Parlamento, que há matéria relevante para analisar e que pode estar em causa o incumprimento dos deveres legais por parte do comendador. Recado enviado pelo Presidente do Parlamento para o Conselho das Ordens Nacionais.
Depois do Presidente da República ter feito saber que via “com bons olhos” a iniciativa do Conselho, o Governo anunciou que tem várias baterias apontadas a Berardo. A saber: três Ministérios estão articulados para impedir que a coleção Berardo, composta por mais de 800 obras, seja vendida e retirada do olhar do público. A ministra da Cultura promete medidas legais para breve, mas não diz quais. Ou seja, o Governo está a estudar os detalhes de todos os contratos à lupa para perceber até onde pode ir. Tudo explicado aqui.
Mas Graça Fonseca não poupa nas palavras. Para a ministra, as declarações do empresário no Parlamento foram “insultuosas e inadmissíveis”. O andamento do processo no Parlamento, sabe o Expresso , não agradou ao presidente da Assembleia da República. Ferro Rodrigues esperava que tivesse sido a comissão de inquérito a tomar a iniciativa, mais cedo e não condicionada por si próprio ou pela carta do CDS.
O Jornal Económico conta hoje que os “créditos da Caixa a Berardo estão a ser passados a pente fino pela justiça” e que a investigação delegada pelo Ministério Público à Policia Judiciária vai “analisar todas as questões criminalmente relevantes”.
O tema promete voltar a marcar o dia e os que se aproximam.
OUTRAS NOTÍCIAS
Ouve-se o rufar dos tambores… a campanha vai quase a meio e parece que já a estamos a ouvir lá no fim da rua… mesmo sem estarmos por perto. Se olharmos para a televisão, ligarmos a rádio, abrirmos as redes sociais ou simplesmente os site dos jornais como o Expresso, lá está ela.
Espreitemos então as últimas horas do quarto dia oficial da campanha.
Pedro Marques, candidato do PS, esteve, pela primeira vez, no meio de uma multidão numa ação de rua… no olhar de Miguel Santos Carrapatoso, podemos dizer que Pedro Marques também sabe ser o “Pedrinho das feiras”.
Já o Cavaquistão, terra bastião do PSD de outros tempos… surpreendeu esta quinta-feira Paulo Rangel. Será do frio? A pergunta do candidato do PSD é reproduzida pela Mariana Lima e Cunha. Rangel foi à rua na Cavaquistão, mas andou por lá sozinho. “Soube a pouco”
Na campanha do Bloco, Marisa Matias entrou hoje no terreno… do PAN. De garras afiadas? O Paulo Paixão explica .
Nuno Melo, que colocou a polémica das condecorações a Joe Berardo na agenda da campanha e mesmo na agenda da comissão parlamentar da CGD procura não largar o caso… o que pode dar azo a enganos como escreve a Raquel Albuquerque. O candidato já reconheceu entretanto que teve um lapso.
Já João Ferreira faz o rescaldo dos fogos do verão passado. A CDU esteve em Silves. Foi o texto da Rosa Pedroso Lima que me inspirou para a entrada deste bloco das Europeias . Lá estão os incontornáveis bombos e as gaitas de foles.
Agora que já conhece o menu do dossier Especial Europeias que o Expresso lhe serve várias vezes ao dia, tome nota de que o assunto não se esgota aqui.
A Ângela Silva apresenta-lhe uma análise sobre as várias campanhas: “Seis retratos toca-e-foge dos candidatos do sistema” que não vai querer perder. O Vítor Matos, Editor de política do Expresso, também escreve sobre as Europeias. “São as Eleições do cinismo: finge-se a Europa para servir a agenda nacional”. Produtos com o selo “exclusivo” do Expresso Diário. Este sábado, o seu jornal tem um texto assinado pelo ex-comissário António Vitorino, a uma semana das eleições. Recordo que Carlos Moedas, o atual comissário, foi o autor da crónica da semana passada.
De outra corridas eleitorais fala Luis Filipe Menezes num livro apresentado há poucas horas no Porto. “O dia a seguir - nunca é tarde demais” é uma espécie de regresso ao passado político do ex-presidente do PSD, pela visão do próprio e fica marcado por esta frase que a jornalista Isabel Paulo destaca : “A candidatura ao Porto foi o maior erro político da minha vida”
Alerta importante: o Tribunal de Contas descobriu que faltam 100 milhões de euros no Orçamento do Estado deste ano para manter os manuais escolares gratuitos. Mais do que isso, em causa pode estar, como explica a Isabel Leiria, a sustentabilidade da medida.
Ainda se lembra da greve dos motoristas de matérias perigosas? Já tinha sido anunciado um pré-acordo com os patrões da Antram, mas oficialmente a greve, prevista para a quinta-feira dia 23, ainda não tinha sido desconvocada. Já foi esta madrugada, depois de uma reunião à mesa do ministro Pedro Nuno Santos. Os sindicatos falam mesmo em acordo histórico .
Apagado um incêndio, adivinha-se outro no horizonte. Desta manhã a notícia avançada pelo DN: o Governo abre frente de guerra com inspetores da PJ. Em causa o novo estatuto profissional dos inspetores. Os sindicatos falam em “afronta”.
Um carro desgovernado bateu com violência na zona das partidas no aeroporto de Lisboa. Duas pessoas ficaram feridas. O condutor foi detido. As imagens, como sempre nestes casos, prendem-nos pelo aparato. E aqui estão . Deixo-lhe ainda a reportagem da SIC com a PSP a afastar a hipótese de crime.
Rui Vitória sagrou-se campeão na Arábia Saudita. O Al-Nassr bateu o adversário na última jornada. Tal como em Portugal, houve campeonato até ao fim. Por cá, na véspera do(s) jogo(s) do título (Se não sabe quem vai arbitrar os jogos do Benfica e do FC Porto espreite aqui ) as imagens que marcaram as últimas horas são de um reencontro. A apresentação do livro do jornalista Vítor Serpa foi o pretexto para juntar Jorge Jesus e Luis Filipe Vieira. E até foi possível ouvir um “o meu presidente”. Não vai querer perder a reportagem.
Morreu I.M.Pei, o arquiteto da famosa pirâmide que serve de entrada ao Museu do Louvre. O New York Times, que avançou a notícia sublinha uma frase do arquiteto junto da sua obra mais importante: “If there’s one thing I know I didn’t do wrong, it’s The Louvre”. L.M.Pei tinha 102 anos.
Com o texto já a arriscar prolongar-se para lá do razoável, não resisto a dar-lhe conta da mais recente polémica a envolver uma das séries mais emblemáticas dos tempos modernos. Mais de 300 mil fãs revoltados querem que a mais recente temporada da “A Guerra dos Tronos” seja reescrita. Não gostaram do fim da história e não fazem por menos . Já corre uma petição online. Aguardemos os próximos capítulos.
FRASES
“Não são as comendas que lhe quero tirar. É o sorrisinho na cara” Pacheco Pereira, na Circulatura do Quadrado, sobre Joe Berardo.
“É absolutamente inadmissível que haja pessoas à frente da banca, administradores da banca, que ganhavam fortunas em salários porque tinham cargos de enorme responsabilidade e, depois do que aconteceu, verificamos que a responsabilidade deles estava ao nível do porteiro que ganhava menos de mil euros por mês. A responsabilidade deles não era nenhuma” Rui Rio sobre as notícias que envolvem os gestores da banca.
“Onde é que está o PS de esquerda? Onde é que está a esquerda do PS? Onde é que se situam as forças dentro do PS que querem mudar verdadeiramente a situação do país e, também, a situação na Europa” Fernando Rosas num comício de campanha do Bloco de Esquerda
O QUE ANDO A LER
Hesito entre dois caminhos. A proximidade das eleições europeias leva-me a procurar conhecer melhor algumas correntes da política europeia e mundial. Deixo aqui um destaque. Manuel Pedroso Marques é o autor de “Populismo. Todo o poder vem do povo, mas para onde vai?” à pergunta procura-se responder numa nota de apresentação do livro onde se destaca que “o populismo assume posturas distintas: o de direita pensa que a xenofobia resguarda a identidade nacional e o de esquerda defende que os valores identitários do passado é que norteiam o futuro”. Um livro a descobrir.
A minha outra opção literária vai num sentido bem diferente. No ano em que se assinala o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner, acaba de ser publicada a primeira biografia da poeta. Isabel Nery, jornalista e autora, falou com mais de sessenta pessoas, consultou arquivos, livros, jornais, filmes e documentários. Esta tarde é apresentada a obra sobre uma das mais importantes figuras da cultura e da história de Portugal no século XX. É com expectativa que aguardo estas leituras e posso aliás revelar-lhe em primeira mão que esta é também a semana em que a Revista E destaca Sophia, a história desconhecida da infância e juventude. Este sábado nas bancas vai encontrar um trabalho especial onde pode descobrir fotos e histórias inéditas daquela que viria a tornar-se a maior poeta portuguesa.
Mais logo, ao fim da tarde, não vai querer perder a edição do “Expresso Diário”. As atualizações, minuto a minuto, no online com a marca Expresso, Tribuna, Blitz e Vida Extra. Amanhã o seu jornal está nas bancas. Tenha uma boa sexta-feira!