Deputado dedica poema a Mário Soares

05-02-2017
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O jovem socialista Diogo Leão, da distrital de Lisboa, dedicou poesia ao falecido Mário Soares, ex-presidente da República e fundador do PS.

Leão deixou um poema na sua página pessoal, com o título "Quadras ao Camarada Soares":

Resistente ao ditador, opositor às ditaduras,

Pai da Democracia, ‎que quis sem guia e sem dívidas ao Criador, por amor à Liberdade,

Fiel à realidade mas atento às conjunturas,

Por absoluta lealdade à consciência da palavra dita, orador apaixonado, não prescindiu da escrita do primado da Lei, de que foi co-autor, nem da crítica frontal: dê-se valor ‎à coerência, pois afinal,

Nunca conheceu a fug‎a dos combates políticos, sem temer, porque da dignidade dos homens - e dos adversários sempre os quis grandes - levantados, nunca raquíticos, nunca curvados ao Poder,

Enquanto espírito inconformado, cultivou a personalidade e os mesteres, foi arauto da vida e dos bons prazeres, e do futuro, aberto às visões da modernidade, trilhou sabendo que rumo seguir,

Sem transgredir a coerência, sem falsa humildade,‎

Antes torcer que quebrar, sem nunca subtrair,

Estabeleceu nova Trindade, com a República, o Socialismo e a Laicidade a servir como Verdade,

Soares será sempre fixe e o resto... que se lixe,

Porque nunca desaparece quem de forma tão vincada, assumiu com o Povo e a Pátria o sonho,

De Abril legado, de nova e ‎renovada alvorada.‎​

O jovem socialista Diogo Leão, da distrital de Lisboa, dedicou poesia ao falecido Mário Soares, ex-presidente da República e fundador do PS.

Leão deixou um poema na sua página pessoal, com o título "Quadras ao Camarada Soares":

Resistente ao ditador, opositor às ditaduras,

Pai da Democracia, ‎que quis sem guia e sem dívidas ao Criador, por amor à Liberdade,

Fiel à realidade mas atento às conjunturas,

Por absoluta lealdade à consciência da palavra dita, orador apaixonado, não prescindiu da escrita do primado da Lei, de que foi co-autor, nem da crítica frontal: dê-se valor ‎à coerência, pois afinal,

Nunca conheceu a fug‎a dos combates políticos, sem temer, porque da dignidade dos homens - e dos adversários sempre os quis grandes - levantados, nunca raquíticos, nunca curvados ao Poder,

Enquanto espírito inconformado, cultivou a personalidade e os mesteres, foi arauto da vida e dos bons prazeres, e do futuro, aberto às visões da modernidade, trilhou sabendo que rumo seguir,

Sem transgredir a coerência, sem falsa humildade,‎

Antes torcer que quebrar, sem nunca subtrair,

Estabeleceu nova Trindade, com a República, o Socialismo e a Laicidade a servir como Verdade,

Soares será sempre fixe e o resto... que se lixe,

Porque nunca desaparece quem de forma tão vincada, assumiu com o Povo e a Pátria o sonho,

De Abril legado, de nova e ‎renovada alvorada.‎​

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