Secretário de Estado das Comunidades confirma que não há registo de portugueses “alvo de violência”

16-06-2019
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Não há nenhum português “alvo de violência” na Venezuela, afirmou na noite desta terça-feira o secretário de Estado das Comunidades, em conferência de imprensa. José Luís Carneiro explicou que, ao longo do dia, foram feitos contatos com milhares de portugueses, através das estruturas diplomáticas, dos dez cônsules honorários ativos no país e de várias comunidades, não havendo registo de feridos.

“Falámos com 25 grupos de WhatsApp, que incluem milhares de portugueses em rede, que cobrem todo o território da Venezuela. Dizem que há uma grande expetativa no país, que se encontram bem e que não há situações de violência a reportar na comunidade portuguesa. Esta atualização está permanentemente a ser feita”, garantiu o secretário de Estado. Portugal tem dois consulados gerais na Venezuela, nas cidades de Caracas e Valência.

José Luís Carneiro reportou ainda que foram enviadas mensagens para que os cidadãos portugueses adotem “comportamentos e atitudes pautados pela prudência”, sem que no entanto se inibam de “manifestar as suas convicções nos locais onde se encontram”.

O governante reiterou a mensagem veiculado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, de que seja encontrada “uma solução política para a grave crise que afeta a Venezuela”, através da “realização de eleições livres justas”, que “permitam ao povo escolher o seu próprio destino e futuro”.

“A vontade dos portugueses é que haja uma solução política, porque a esmagadora maioria dos portugueses na Venezuela quer permanecer num país que foi de oportunidades e onde criaram raízes”, concluiu.

Não há nenhum português “alvo de violência” na Venezuela, afirmou na noite desta terça-feira o secretário de Estado das Comunidades, em conferência de imprensa. José Luís Carneiro explicou que, ao longo do dia, foram feitos contatos com milhares de portugueses, através das estruturas diplomáticas, dos dez cônsules honorários ativos no país e de várias comunidades, não havendo registo de feridos.

“Falámos com 25 grupos de WhatsApp, que incluem milhares de portugueses em rede, que cobrem todo o território da Venezuela. Dizem que há uma grande expetativa no país, que se encontram bem e que não há situações de violência a reportar na comunidade portuguesa. Esta atualização está permanentemente a ser feita”, garantiu o secretário de Estado. Portugal tem dois consulados gerais na Venezuela, nas cidades de Caracas e Valência.

José Luís Carneiro reportou ainda que foram enviadas mensagens para que os cidadãos portugueses adotem “comportamentos e atitudes pautados pela prudência”, sem que no entanto se inibam de “manifestar as suas convicções nos locais onde se encontram”.

O governante reiterou a mensagem veiculado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, de que seja encontrada “uma solução política para a grave crise que afeta a Venezuela”, através da “realização de eleições livres justas”, que “permitam ao povo escolher o seu próprio destino e futuro”.

“A vontade dos portugueses é que haja uma solução política, porque a esmagadora maioria dos portugueses na Venezuela quer permanecer num país que foi de oportunidades e onde criaram raízes”, concluiu.

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