Líder do CDS diz que fica “mal” ao primeiro-ministro ignorar que a atual política de recuperação dos rendimentos só é possível graças os sacrifícios feitos pelos portugueses
Paulo Portas criticou esta tarde no Parlamento aquilo que considera ser uma atitude de “altivez” e de “soberba” por parte do primeiro-ministro, ao ignorar que a atual política de recuperação dos rendimentos só é possível graças às medidas de austeridade.
“Ficou-lhe muito mal não dizer que a recuperação dos rendimentos das famílias é possível porque milhares de portugueses ultrapassaram juntos sacrifícios”, declarou o líder centrista no primeiro debate quinzenal da nova legislatura.
Segundo Portas, não estaria em causa um elogio ao anterior Executivo mas apenas a “admiração pelo esforço que os portugueses fizeram” por uma crise “ [os socialistas] provocaram”.
Criticou ainda o facto de o primeiro-ministro considerar que o investimento estrangeiro foi feito ao “desbarato” durante a anterior legislatura. E sustentou que os investimentos de empresas como a Embraer, Autoeuropa ou Bosh foram fundamentais para a recuperação económica do país.
O líder do CDS aproveitou para recordar a afirmação polémica de António Costa durante uma palestra com investidores chineses, onde disse que o país se encontra atualmente “numa situação bem melhor”.
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Líder do CDS diz que fica “mal” ao primeiro-ministro ignorar que a atual política de recuperação dos rendimentos só é possível graças os sacrifícios feitos pelos portugueses
Paulo Portas criticou esta tarde no Parlamento aquilo que considera ser uma atitude de “altivez” e de “soberba” por parte do primeiro-ministro, ao ignorar que a atual política de recuperação dos rendimentos só é possível graças às medidas de austeridade.
“Ficou-lhe muito mal não dizer que a recuperação dos rendimentos das famílias é possível porque milhares de portugueses ultrapassaram juntos sacrifícios”, declarou o líder centrista no primeiro debate quinzenal da nova legislatura.
Segundo Portas, não estaria em causa um elogio ao anterior Executivo mas apenas a “admiração pelo esforço que os portugueses fizeram” por uma crise “ [os socialistas] provocaram”.
Criticou ainda o facto de o primeiro-ministro considerar que o investimento estrangeiro foi feito ao “desbarato” durante a anterior legislatura. E sustentou que os investimentos de empresas como a Embraer, Autoeuropa ou Bosh foram fundamentais para a recuperação económica do país.
O líder do CDS aproveitou para recordar a afirmação polémica de António Costa durante uma palestra com investidores chineses, onde disse que o país se encontra atualmente “numa situação bem melhor”.