Na intervenção do PSD, Luís Montenegro acusou esta tarde o chefe do Governo de insistir no passado e perguntou por que razão é que o Executivo não mudou o cenário macroeconómico deste ano.
“Mais uma vez, o senhor primeiro-ministro não resiste a falar
do passado, mas não temos problemas com isso. Se o resultado de 2015 é aparente, por que razão não mudou o cenário macroeconómico de 2016?”, questionou o líder parlmentar do PSD.
Em resposta, António Costa explicou que o cenário apresentado pelo Governo para este ano já incorpora o efeito do segundo semestre de 2015.
Montenegro defendeu também que o passado não deve servir de “desculpa” para a execução do Orçamento do Estado para 2016, questionando ainda o primeiro-ministro sobre o alegado plano de contingência enviado à Comissão Europeia, conforme noticiou esta quinta-feira o “i“.
“O que andam os senhores a esconder dos portugueses e do Parlamento? Que cortes há na Saúde e na Educação? Como vão compaginar o anúncio que fizeram de reduzir funcionários com o da contratação massiva de enfermeiros e e auxiliares?”, perguntou o líder parlamentar do PSD.
António Costa assegurou que não existe qualquer plano B e que não foi enviado a Bruxelas nenhum anexo secreto com medidas adicionais. “Quero já tranquilizá-lo: não vai haver qualquer corte na Saúde ou na Educação”.
Afirmou ainda que foram apenas enviados à Comissão todos os documentos entregues ao Conselho das Finanças Públicas ou à Unidade Técnica de Apoio Orçamental, garantindo ainda que “não escondem escandalosos aumentos de impostos, nem terríficos cortes nas prestações sociais.”
Categorias
Entidades
Na intervenção do PSD, Luís Montenegro acusou esta tarde o chefe do Governo de insistir no passado e perguntou por que razão é que o Executivo não mudou o cenário macroeconómico deste ano.
“Mais uma vez, o senhor primeiro-ministro não resiste a falar
do passado, mas não temos problemas com isso. Se o resultado de 2015 é aparente, por que razão não mudou o cenário macroeconómico de 2016?”, questionou o líder parlmentar do PSD.
Em resposta, António Costa explicou que o cenário apresentado pelo Governo para este ano já incorpora o efeito do segundo semestre de 2015.
Montenegro defendeu também que o passado não deve servir de “desculpa” para a execução do Orçamento do Estado para 2016, questionando ainda o primeiro-ministro sobre o alegado plano de contingência enviado à Comissão Europeia, conforme noticiou esta quinta-feira o “i“.
“O que andam os senhores a esconder dos portugueses e do Parlamento? Que cortes há na Saúde e na Educação? Como vão compaginar o anúncio que fizeram de reduzir funcionários com o da contratação massiva de enfermeiros e e auxiliares?”, perguntou o líder parlamentar do PSD.
António Costa assegurou que não existe qualquer plano B e que não foi enviado a Bruxelas nenhum anexo secreto com medidas adicionais. “Quero já tranquilizá-lo: não vai haver qualquer corte na Saúde ou na Educação”.
Afirmou ainda que foram apenas enviados à Comissão todos os documentos entregues ao Conselho das Finanças Públicas ou à Unidade Técnica de Apoio Orçamental, garantindo ainda que “não escondem escandalosos aumentos de impostos, nem terríficos cortes nas prestações sociais.”