O Meu Pequeno Ponei: Maio 2007

12-11-2018
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Ao fim de 33 anos e, por muito estranho que pareça, ainda não aprenderam nada. Tão certo como a morte e os impostos, os grevistas só pedem uma coisa: Direitos. Tudo gira em torno de direitos. É direito a melhores condições de trabalho, é direito a menos carga horária, é direito a um melhor ordenado, é direito a melhores reformas, é direito a tudo e mais alguma coisa. Agora, esquecem-se de uma contraposição essencial de qualquer regime democrático, ou seja, Direitos-Deveres. Se não houver ligação entre estes dois conceitos, não estaremos perante uma democracia. Mais, não percebem que com as greves (sem fundamento) os desejados direitos, dificilmente serão concedidos. Ora, se um grevista faz uso do seu direito (greve) constitucionalmente protegido, com o objectivo de melhores condições (tomemos por exemplo, o pedido de aumento de salário), não trabalha. Portanto, se não trabalha, não produz. Assim, se não trabalha, a empresa não gera riqueza, não é produtiva, logo, se não cumpre estes dois requisitos – que só por acaso, são o escopo de qualquer empresa – não pode atender ao pedido do grevista. Será isto, de difícil compreensão?

Ao fim de 33 anos e, por muito estranho que pareça, ainda não aprenderam nada. Tão certo como a morte e os impostos, os grevistas só pedem uma coisa: Direitos. Tudo gira em torno de direitos. É direito a melhores condições de trabalho, é direito a menos carga horária, é direito a um melhor ordenado, é direito a melhores reformas, é direito a tudo e mais alguma coisa. Agora, esquecem-se de uma contraposição essencial de qualquer regime democrático, ou seja, Direitos-Deveres. Se não houver ligação entre estes dois conceitos, não estaremos perante uma democracia. Mais, não percebem que com as greves (sem fundamento) os desejados direitos, dificilmente serão concedidos. Ora, se um grevista faz uso do seu direito (greve) constitucionalmente protegido, com o objectivo de melhores condições (tomemos por exemplo, o pedido de aumento de salário), não trabalha. Portanto, se não trabalha, não produz. Assim, se não trabalha, a empresa não gera riqueza, não é produtiva, logo, se não cumpre estes dois requisitos – que só por acaso, são o escopo de qualquer empresa – não pode atender ao pedido do grevista. Será isto, de difícil compreensão?

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