Deputado socialista defende que “os CTT têm de ser obrigados a cumprir o serviço público”

07-01-2018
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O encerramento anunciado de 22 agências dos CTT está a dividir os socialistas, que chumbaram os projetos de renacionalização propostos pelo Bloco de Esquerda e PCP. Apesar disso, há quem no interior do partido defenda que o regresso da empresa ao Estado deve ser estudado “mais aprofundadamente”, escreve o jornal “i”, puxando o tema para manchete da sua edição desta quinta-fera.

O diário cita o deputado André Pinotes Batista, para quem “de uma forma pacífica ou não, os CTT têm de ser obrigados a cumprir o serviço público”. “A maioria vai estancar este processo abjeto”, acredita o deputado eleito por Setúbal.

Opinião contrária tem o também socialista Luis Testa, que está contra a renacionalização, apesar de considerar que o fecho de estações dos Correios é a prova de que “a empresa deveria ter permanecido pública”.

Os CTT confirmaram esta terça-feira o fecho de 22 lojas no âmbito do plano de reestruturação anunciado em meados de dezembro passado, medida fortemente criticada por vários presidentes de câmara. O Governo decidiu criar um grupo de trabalho para analisar o serviço prestado pelos CTT no âmbito do contrato de concessão em vigor, lembra o jornal “i”.

O encerramento anunciado de 22 agências dos CTT está a dividir os socialistas, que chumbaram os projetos de renacionalização propostos pelo Bloco de Esquerda e PCP. Apesar disso, há quem no interior do partido defenda que o regresso da empresa ao Estado deve ser estudado “mais aprofundadamente”, escreve o jornal “i”, puxando o tema para manchete da sua edição desta quinta-fera.

O diário cita o deputado André Pinotes Batista, para quem “de uma forma pacífica ou não, os CTT têm de ser obrigados a cumprir o serviço público”. “A maioria vai estancar este processo abjeto”, acredita o deputado eleito por Setúbal.

Opinião contrária tem o também socialista Luis Testa, que está contra a renacionalização, apesar de considerar que o fecho de estações dos Correios é a prova de que “a empresa deveria ter permanecido pública”.

Os CTT confirmaram esta terça-feira o fecho de 22 lojas no âmbito do plano de reestruturação anunciado em meados de dezembro passado, medida fortemente criticada por vários presidentes de câmara. O Governo decidiu criar um grupo de trabalho para analisar o serviço prestado pelos CTT no âmbito do contrato de concessão em vigor, lembra o jornal “i”.

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